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BRASÍLIA EM LINHAS

jailson BRASÍLIA EM LINHAS

Admirar a monumentalidade de Brasília é um passeio épico

Lugares e monumentos marcantes da Capital Federal são homenageados na série “Brasília em Linhas”, numa abordagem criativa feita pelo artista maranhense – radicado em Brasília há vinte anos – Jailson Belfort. São 60 (sessenta) obras feitas apenas com canetas esferográficas, medindo 42x30cm, em diversas cores, retratando nosso olhar de admiração para a capital brasileira.

Assim como Brasília, cada arte foi feita com dedicação, precisão e atenção aos detalhes. Para esta composição, foram usadas linhas, curvas e texturas variadas, inspiradas pela beleza e simplicidade brasiliense.

A cor viva representa o céu icônico da cidade. A neutra revela detalhes do monumento, num efeito de Gestalt. Cada quadro apresenta um ponto turístico retratado em duas cores. Em cada ângulo, a cidade gera uma bela experiência de contraste entre o vasto céu e seus monumentos.

Desta forma, as obras fogem do óbvio: em vez de fazer o céu emoldurar a construção, é esta que emoldura o céu. Como efeito, torna-se explícito o que está implícito, permitindo que o olhar escolha projetar para a cena exterior aquilo que está no interior.

Seguir as linhas coloridas identificando prontamente os lugares icônicos fornece um gatilho na memória das primeiras experiências da cidade: seu céu e seus riscos arquitetônicos.

É um convite ao sublime para apreciar a relação entre a criação humana e a divina, o natural e o artificial, a forma e o conteúdo, a luz e a sombra. Um passeio que nos eleva e borra as fronteiras entre criatura e criador.

Pensar que tudo foi construído por traços de canetas esferográficas é inusitado e surpreendente.

Obras de arte para uma cidade que é obra-prima!

A técnica

Nosso céu recebe tintas coloridas de caneta, mas elas atuam como pano de fundo para o branco, que revela claramente o protagonismo da arquitetura urbanística de Brasília.  Tudo é produzido a partir de uma técnica pouco conhecida: imagens com relevos e texturas interessantes feitas com simples canetas esferográficas. A escolha de cada monumento, seu ângulo e detalhes foram pensados de forma a destacar cada modelo apresentado, bem como atrair a atenção do espectador.

As obras são sempre duo cromáticas, alternando apenas as cores do céu, pois este, muda seus tons nas alvoradas e fins de tarde do Cerrado. Dessa forma, o céu de Brasília, que orgulha moradores e impressiona visitantes, está em evidência. Marcantes linhas diagonais cruzadas, sem o uso de réguas, dão um tom belo e forte. Os monumentos são retratados por linhas ou texturas (em cor preta) dando profundidade, e pelo “vazio” (sem tinta) no qual se percebe a imagem. O resultado final chama a atenção pela leveza e simplicidade.

Aqui a técnica de traçado à caneta opera duas dinâmicas das artes: o desenho e a pintura. A caneta desenha, elabora o traçado e, depois, preenche com cores, fazendo as vezes de tintas. Nessa produção especificamente, temos técnica de enquadramento à caneta que fazem uma representação da arquitetura monumental da cidade. Canetas fazendo as vezes de desenho e tinta com relevo para homenagear a arquitetura. A arquitetura icônica de Brasília.

Jailson Belfort

Artista natural de São Luís/MA) radicado em Brasília desde 1999, começou a desenhar na infância, tendo como referência o apresentador de TV e ilustrador Daniel Azulay. É formado em Design pela Universidade Federal do Maranhão. Trabalhou com Publicidade e Propaganda, em agências, desde 1991 onde foi designer gráfico, ilustrador e diretor de arte. Experiente na área de criação, projeto gráfico e diagramação de revistas e jornais, bem como criação de peças publicitárias, logos e identidade visual. Essa trajetória o levou ao universo dinâmico da comunicação visual, e sua sensibilidade às imagens do cotidiano foi tomando forma de arte ao longo dos 28 anos de carreira. Uma de suas maiores referências em técnica e criatividade é o artista gráfico holandês M. C. Escher.

Mergulhado no trabalhando com artes, o artista foi aprimorando seu desenhar à mão livre, desafiando-se a utilizar apenas canetas esferográficas, produzindo um conjunto de telas e desenhos criativos bem elaborados, explorando ao máximo os recursos e as qualidades dessas canetas. Por usar apenas tinta permanente, Belfort ousa e não tem medo de se expressar e se divertir com texturas, sombras e perspectivas.

Ao desenhar com caneta, ele “corre riscos”, pois os traços não podem ser apagados, corrigidos ou desfeitos. Um encontro de liberdade criativa e técnica apurada.

Foto Jailson2 : Telmo Ximenes

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