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Aeroporto receberá um novo CAT da Secretaria de Turismo (Setur-df)

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Data: 19.01.2021

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O Centro de Atendimento ao Turista conectará os visitantes aos diversos segmentos e experiências turísticas da capital

O turista que desembarcar no Aeroporto Internacional de Brasília logo vai se deparar com uma cidade diferente da que ele costuma visitar. Bastará descer as escadas rolantes do saguão de desembarque para se surpreender com um lugar que vai além dos gabinetes da Esplanada dos Ministério.

A porta de entrada dessa Brasília mais atraente, vistosa e com vida própria é a partir de agora o novo Centro de Atendimento ao Turista (CAT), que volta a funcionar depois de quatros anos fechado. É por intermédio dele que o visitante se conectará o que de melhor a cidade tem a oferecer: como as diversas modalidades de turismo, incluindo rotas que vão do clássico e famoso arquitetônico ao rural, passando pelo religioso, cultural, cívico, cultural.

O CAT estará preparado para dar essas e outras informações, indo além dos endereços compostos por siglas, que tornam Brasília uma capital peculiar. Seus atendentes vão tentar despertar no visitante a curiosidade de conhecer mais sobre cidade. Uma espécie lançar um novo olhar sobre o Distrito Federal a partir de informações sobre novas opções de turismo, que inclui também uma agenda fora do eixo das asas Sul–Norte, este já consolidado no turismo.

Por exemplo, se ele se interessar pela cultura nordestina e quiser um local onde possa encontrar um pedacinho do Nordeste, será orientado a se deslocar até Ceilândia, cidade que abriga uma verdadeira colônia nordestina. Lá, o visitante poderá saborear a culinária da região, como ainda a música de cantores nordestinos, que é repertório predominante da Casa do Cantador.

Esse serviço diferenciado só pode ser oferecido porque, desde o início dessa gestão, os Centros de Atendimento ao Turista foram ressignificados, para que qualquer visitante, turista ou mesmo morador pudesse ter ali o acolhimento necessário que o faça se sentir praticamente em casa.

O aeroporto é a principal porta de entrada de Brasília. Por ali, passam por ano uma média de 17 milhões de pessoas do mundo inteiro. Portanto, mais que oportuna é a iniciativa da Secretaria de Turismo de oferecer esse serviço ao visitante por intermédio do CAT.

A missão do CAT é fazer com que essas pessoas ampliar seu olhar para além do que já conhecem na capital federal. Apesar possuir uma das mais belas arquiteturas do mundo, como o nosso museu a céu aberto na Esplanada dos Ministério, Brasília possui, por exemplo, um parque urbano com dimensões que o tornam o maior da Amércia Latina, com 420 hectares.

Além disso, próximo ao Parque da Cidade, está localizada uma quadra cheia de charme. A Superquadra 308 Sul é a quadra-modelo de Brasília. Ela foi projetada por Lúcio Costa, com paisagismo de Burle Marx e azulejos de Athos Bulcão.

Se a intenção do visitante for o turismo náutico, nossos atendentes do CAT vão oferecer logo de cara o Lago Paranoá, que é o maior lago urbano do mundo e possui a terceira maior frota de embarcação do país.

Para a secretária Vanessa Mendonça, “o CAT do aeroporto vai proporcionar ao visitante ampliar o olhar aos principais eixos das atividades desenvolvidas em Brasília e sua vocação como destino turístico que atrair pessoas do Brasil e do mundo por ser também uma cidade diferente da maioria de todas as capitais”.

O espaço onde irá funcionar o novo CAT no aeroporto foi cedido pela inframerica, concessionária que administra o terminal e que já foi parceira da Secretaria de Turismo em outros eventos, como a ação de recepção aos parlamentares eleitos denominada Uma nova Brasília recebe um novo Brasil, que ocorreu em 2019.
O diretor da Inframerica, Rogério Coimbra, classifica o CAT do aeroporto como essencial. “É importante ao turista que chega a Brasília ter um local onde ele é acolhido, direcionado e ter todas as informações necessárias para poder se situar imediatamente no primeiro contato dele com a cidade e, mais, escolher qual é a melhor opção para ele de transporte, hospedagem. Enfim, como ele pode fazer o turismo dele da forma mais adequada e confortável possível”, pontuou.
Capacitação
Os responsáveis por promover essa conexão entre os visitantes e Brasília serão os atendentes do CAT. Ao encontrá-los, o turista receberá um atendimento à altura do que espera. Até chegar ali, esses servidores passaram por uma criteriosa avaliação, que priorizou aqueles formados em turismo e verificou se dominavam outro idioma fluentemente, além de possuir um bom português. Além disso, passaram por um treinamento de capacitação ministrado pela própria Setur.

No curso, eles aprofundaram seu conhecimento sobre a cidade, receberam treinamento de como abordar o público-alvo, que é o turista e mostrar a ele que Brasília não é só lugar de negócio e política. Munidos de conhecimento, eles vão oferecer justamente o contrário: as principais rotas do turismo na capital federal: turismo náutico, cívico, cultural, arquitetônico, religioso, rota da paz e do cerrado.

Vitória Sena Fialho, 20 anos, fez o curso de formação de atendente do CAT e hoje atua na unidade do Setor Hoteleiro Norte. Aluna de turismo na Universidade de Brasília (UnB), ela conta que chega a atender uma média de 10 pessoas por dia. A descrição do tipo de atendimento que faz ali corrobora com o sentimento da criação desse novo conceito de CAT: que é o de conexão do turista com a cidade.

Segundo ela conta, a maioria dos visitantes pede informações sobre pontos turísticos abertos no dia, pedem mapa da cidade. A jovem conta que se sente realizada em trabalhar ali. “Gosto de falar com as pessoas sobre o que eu sei da cidade. Gosto de ouvir elas também”, explica Vitória, tentando materializar o seu sentimento à profissão que escolhera.

Passavam das 13h, quando um turista caseiro surgiu no CAT de Vitória. Morador do Paranoá, Rúbens Azevedo, 21, achou bonito o colorido do lugar e parou para conhecer. Se sobrou curiosidade para o lugar, o mesmo não contagiou o jovem para os monumentos na Esplanada dos Ministérios que fazem de Brasília uma cidade diferente das demais capitais pelo mundo afora. “Eu não sabia o que era o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e nem onde ficava. Agora, graças a ela, eu já sei”, agradeceu o jovem estudante à jovem servidora.

Então, o convite está feito. Daqui para frente, a primeira parada ao desembarcar no aeroporto será o CAT.

Fonte: Setur/DF


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