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Artistas se preparam para a volta aos shows presenciais


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Coreógrafo dos famosos, Kenny King fala sobre sua missão no Funk e da retomada das atividades presenciais

A partir do decreto governamental publicado no último dia 21 de setembro pelo Governo do Distrito Federal, artistas poderão se apresentar em eventos e shows presenciais. Desde o começo da pandemia de Covid-19, em março de 2020, as atividades culturais foram oficialmente interrompidas no Brasil e, com isso, uma crise financeira envolvendo a categoria ganhou força.

Coreógrafo e idealizador do estúdio de talentos 61K, King realizou uma reinvenção em sua carreira e chamou a atenção para os empregos de todos os envolvidos com os eventos de Funk na cidade e garante que está pronto para voltar às atividades uma vez que o governo liberou eventos e aglomerações maiores. “A gente já está pronto pra voltar com tudo e com força total. A pandemia está sendo, além de tudo, uma oportunidade de se reinventar”, aponta o artista.

Com a facilidade de acesso às plataformas de streaming e a democratização do espaço digital, o Funk, que começou como um movimento cultural limitado às periferias, passou a conquistar bons números e revolucionar o consumo de música no país com o trabalho de vários artistas do gênero na internet.

Para o coreógrafo Kenny King, um dos artistas mais populares do gênero nas redes sociais, a ascensão do Funk é resultado da sua missão de vida. “O Funk é o grito de revolução das periferias do país, de dentro pra fora vamos conquistar o mundo, revelar talentos e gerar empregos para o segmento da dança”, ressalta o artista.

Para ele, embora ainda seja alvo de preconceito no país, uma das melhores maneiras de promover o Funk é mostrar que, assim como os demais ritmos, o gênero também tem um lado bom e promove a mudança social. “A gente tem que mostrar que somos capacitados para sermos vistos de igual pra igual”, destacou o dançarino de Ceilândia premiado mundialmente.

Estudos apontam que a jornada dos funkeiros na luta pelo fim do preconceito com o gênero tem dado certo. O Funk está em forte e constante ascensão e faz sucesso no mundo todo. Plataformas de streaming acumulam recordes de plays em listas de Funk e também nas que derivam do estilo.

Sobre o tema, Kenny conta que fica muito feliz com o rumo que tudo está tomando e destaca que o funk só vai conseguir quebrar o paradigma do preconceito quando começar a “invadir” outros gêneros e conquistar outros públicos.

Sobre os protocolos de segurança, poderão participar apenas as pessoas vacinadas.  Será exigida a comprovação na entrada. Também haverá limite de público conforme o tamanho do local, onde o evento será realizado. “Além do uso de máscara e álcool em gel, todo o nosso elenco do balé está sendo testado para a retomada aos shows presenciais. Acho que a iniciativa, inclusive adiantará o processo de vacinação da população”, completa o bailarino.

DANÇA: ASCENSÃO SOCIAL, EMPREGO E RENDA

Assim como todo o setor de entretenimento, o funk gera milhões de empregos formais e informais no Brasil. Para Débora Sena, uma das bailarinas veteranas do Studio 61K, a oportunidade de trabalhar com dança, um divisor de águas  em sua carreira artística. “A proposta do Kenny de trabalhar recrutando talentos pela dança nos mostra oportunidades incríveis e nos assegura o respeito de uma real valorização do nosso trabalho, onde conseguimos mostrar o valor de todo esforço exercido ao longo dos anos. Estamos sempre em crescimento, trocando novas experiências e evoluindo juntos”, destaca a dançarina e agente cultural.

Fonte: Agência Viva de Comunicação Integrada

Fotos: Divulgação

 

Por: visitebrasilia
Data: 23/09/2021


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