11.06.2019

DEIXE A LUZ DA VARANDA ACESA

Deixa a Luz da Varanda Acessa Créditos Diego Bresani 12 DEIXE A LUZ DA VARANDA ACESA

 

Fala de afeto e reencontro emoldurados por um laço familiar, que extrapola o padrão normativo, num enredo costurado por sensações, emoções e lembranças

De uma relação entre duas personagens, a peça “Deixe a Luz da Varanda Acesa” narra a reaproximação entre Rita, uma senhora de 60 anos de idade, e Verônica, a filha biológica de sua companheira.

Ambientado no interior da casa onde as três conviveram, o lar é o espaço que acolhe o reencontro dessas duas mulheres. Entre objetos antigos, aromas e memórias, o espetáculo descortina uma relação cheia de conflitos, porém, de muito afeto.

O conflito de Verônica em não conseguir conviver com a mãe e sua companheira foi o motivo determinante para, aos dezoito anos de idade, sair em busca de seus sonhos. Após duas décadas, Verônica retorna para revelar suas experiências, suas viagens, seus dissabores e reviver um passado que jamais deixou de acompanhá-la, o que as levam a compartilhar emoções até então desconhecidas por ambas.

Com texto, dramaturgia e encenação originais, “Deixe a Luz da Varanda Acesa” teve como ponto de partida uma experiência vivida por Áurea Liz, que assina a dramaturgia. “Minha mãe, depois de ter se sentido mal, pediu que deixassem a luz da varanda acessa. Assim, eu saberia que havia algo de errado”, recorda Áurea, que pontua: “no entanto, o espetáculo não é autobiográfico”. Essa mesma varanda e casa hoje são sede do Canto da Auge, um espaço cultural em meio a uma área residencial da Asa Norte, no qual o espetáculo também será apresentado.

A encenação se desenrola dentro de uma casa onde a plateia está em meio a objetos antigos e é sensibilizada por aromas familiares. “Trazer o olfato como despertar da memória e das emoções partiu de um delicado estudo dos aromas e suas formas de difusão.” Esse estudo baseia-se na estética sensorial reafirmada por George Sand, pseudônimo de Amandine Dupin, aclamada memorialista francesa, que diz: “A recordação é o perfume da alma”.

Ficha técnica:

Dramaturgia: Áurea Liz

Direção: Gelly Saigg e Ernandes Silva

Com: Lilian França e Áurea Liz

Figurino: Sílvia Mello

Cenário e maquiagem: Gelly Saigg

Iluminação: Tauana Barros

Costureira: Esmeralda Viana

Trilha sonora original: Vitor Barbosa

Música “Aliviar”: Moara

Assistência de acessibilidade: Pedro Barbosa e Filipe Alemar Guimarães

Fotos divulgação: Diego Bressani

Registro fotográfico e vídeográfico: Thaís Mallon

Coordenação de produção: AUGE Produtora

SERVIÇO:

Dramaturgia: Áurea Liz

Direção: Gelly Saigg e Ernandes Silva

Com: Lilian França e Áurea Liz

Local: Teatro Multiuso

Dias: 14, 15, 16, 21, 22,e 23 de junho de 2019

Sextas e sábados: 20h

Domingos: 19h

Ingresso: R$ 20 e R$ 10

Classificação: 14 anos

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