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08.07.2020

*Fecomércio avalia que nova suspensão da retomada do comércio vai gerar ainda mais insegurança e prejuízos*

%name *Fecomércio avalia que nova suspensão da retomada do comércio vai gerar ainda mais insegurança e prejuízos*A Fecomércio-DF avalia que a decisão da Justiça em suspender a abertura de academias, salões de beleza, bares e restaurantes vai agravar ainda mais o fechamento de empresas e ampliar o desemprego no DF. O presidente da Federação do Comércio, Francisco Maia, ressalta que o Governo do Distrito Federal (GDF) está agindo com cautela para que as categorias comerciais possam abrir com responsabilidade e cuidado. “Existe uma situação econômica muito delicada no DF com toda a questão da pandemia. As empresas estão quebrando e o desemprego está muito grande. Se não abrir, esses números vão piorar. Acredito que precisa haver um acordo entre a Justiça e o Executivo para resolver essa questão”, afirma Francisco Maia.

O Sindicato de Bares e Restaurantes (Sindhobar) do DF diz que a decisão da Justiça é irresponsável. “É péssimo, isso acaba gerando uma insegurança maior ainda para o empresário que está há quase quatro meses sem abrir as portas”, diz o presidente do sindicato, Jael Antonio da Silva. “A partir do momento que tínhamos a notícia sobre autorização para reabrir, o empresário comprou insumos e teve que convencer o fornecedor a dar um prazo maior para a compra, já que está todo mundo no vermelho, e agora faz o quê? Já deve aluguel, luz, água e outras obrigações. Não temos mais o que fazer”, avalia. A esperança, segundo a entidade, é que o governo consiga reverter essa decisão.

O sindicato do segmento de beleza do DF (Simbeleza) também avalia como negativa a decisão da Justiça. De acordo com o presidente da entidade, Célio Ferreira de Paiva, a suspensão parte de um grupo de pessoas que está querendo criar um caos econômico em todo o DF. “O pedido atendeu a ação popular impetrada por algumas pessoas e que, ao meu ver, não tem sentido nenhum. É um absurdo”, informa Célio. “Os empreendedores se movimentaram, gastaram dinheiro que não tinham para se adaptar e agora vem essa situação que irá aumentar ainda mais o prejuízo e o número de empresas fechadas. Além disso, a informalidade irá crescer”, explica. “Agrademos o GDF por já ter entrado com recurso. Esperamos que isso se resolva o mais rápido possível”, conclui.

Suspensão

A decisão do juiz Daniel Eduardo Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública, acolhe o pedido de uma ação popular e suspende temporariamente a decisão do governador, que já estava em vigor nos casos de academias e salões de beleza. A determinação prevê multa diária de R$ 500 mil e suspensão direta do decreto pela Justiça em caso de descumprimento. O GDF já avisou que irá recorrer.

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