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10.09.2019

FENÔMENO DA INTERNET, ANA MULLER FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO DISCO “INCOMPREENSÍVEL “ NO OUTRO CALAF EM 13 DE SETEMBRO

Foto por Matheus Costa 5 1024x684 FENÔMENO DA INTERNET, ANA MULLER FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO DISCO “INCOMPREENSÍVEL “ NO OUTRO CALAF EM 13 DE SETEMBRO

Com abertura da banda brasiliense San Lunes, a cantora capixaba se apresentará no formato voz, violão e violoncelo

A cantora Ana Muller desembarca no Outro calaf, em Brasília, no dia 13 de setembro, para o lançamento do CD “Incompreensível”.   O show de abertura ficará por conta da brasiliense San Lunes.
Para a apresentação na capital, A cantora capixaba montou um show diferente, no formato voz, violão e violoncelo, contando com a participação da musicista Carol Luz ao seu lado.
Uma marca constante e fundamental na melodia do novo disco. “O chello dá uma sensação nostálgica, tem sonoridade muito parecida com a voz humana, leva a gente para esse lugar de quietude”, diz a cantora.

Ana Müller considera que o disco representa uma volta ao que sempre tocou, já que o EP homônimo lançado em 2017 teve um aspecto mais pop. Nas letras, porém, Incompreensível marca uma inflexão mais questionadora e reflexiva. Embora algumas canções falem de amor e relacionamentos, as composições se afastam de uma verve romântica e se direcionam para o autoconhecimento.
No disco, a artista passa pelas dúvidas existenciais na bela faixa título do álbum, Incompreensível, e em Quem Era Eu, pelas inconstâncias em Inquilino e Tem Dia, em swing de bossa nova, por um mergulho no incerto em Mel e Cristal. Navega por um amor distante na melancólica Caravelas, encontra uma fragilidade romântica em Me Leva Pra Casa, a saudade contemplativa em Jaci, um aparentemente instável conforto apaixonado em Eu Vi Você. E traz uma força especial quando enfrenta seus medos em Meus Demônios e Eu Não Tenho Medo, está finalizando o disco quase como um blues de libertação. Essa é talvez a tônica e principal lição do álbum: conhecer seus próprios medos e fragilidades são instrumentos de fortaleza para cada um. Algo difícil de entender ao longo da vida, mas não totalmente incompreensível.

Além das canções do novo trabalho, Ana Müller trará também algumas de suas composições anteriores, com novo arranjo mais próximo do tom do disco recém-lançado. Com produção de Henrique Paoli, Incompreensível foi lançado de maneira independente, contando com parte do financiamento pela Lei Municipal João Bananeira, de Cariacica, cidade da cantora.

Ana Müller, nascida em Ibatiba-ES, é uma cantora e compositora que permanece em constante atuação na cena musical independente desde 2015. Seu trabalho se popularizou através das mídias sociais, onde Ana compartilhava por meio de suas canções, experiências amorosas e de vida. Com aceitação carinhosa pelo público ela lançou sua carreira como Ana Müller com o primeiro EP, homônimo, em 2017, alcançando milhões de streamings nas plataformas digitais. Ainda em 2017, a artista lançou uma coletânea contendo versões acústicas de canções pedidas pelo público e que ainda não estavam nas plataformas de streaming, chamada 2012-2016. A circulação desses trabalhos levou a artista a 19 estados do País em apenas um ano, incluindo shows em alguns dos principais festivais do Brasil, como: Rec-Beat (PE), DoSol (RN), Bananada (GO), SIM (SP), CoMA (DF), Dia da Música (RJ) e Timbre (MG). Tamanha relevância resultou em sua premiação com a Comenda Maurício de Oliveira na Câmara dos Vereadores de Vitória em 2017. Em 2019, Ana lançou “Incompreensível”, seu primeiro disco cheio. Nele, a cantora faz as pazes com monstros internos e cura as suas dores. O álbum esmiúça os mais complexos medos e receios enfrentados pela compositora para tornar-se sua própria fortaleza.

San Lunes é formada por Julia Molina, André Garotti e Thiago Raymon – amigos de longa data e com boa bagagem na cena musical – a San Lunes tem projeto folk, aventurando-se em estilos como o indie, o pop, o samba, entre outros. A ideia começou quase como uma brincadeira. O trio, inicialmente com Allan Massay, decidiu fazer um cover da canção “The Scientist”, da banda britânica Coldplay, e percebeu que o formato deu certo. Desde então, agora com a presença de Julia Molina, não pararam mais.

Munidos de um folk com notas de rock, eles têm como inspiração diversos artistas internacionais, como Kodaline, Passenger, John Mayer, Parachute, Lewis Watson, Ed Sheeran, The Head and the Heart, Mumford & Sons, Seafret e Lucy Rose, além de dois ícones nacionais do gênero que são Tiago Iorc e Anavitória.

A San Lunes acaba de lançar o seu primeiro single com a nova formação entitulado Estopim, já disponível em todas as redes de streaming.

San Lunes https://www.youtube.com/watchv=TW62G5EAkPc&list=OLAK5uy_k61Uk05OJ7UPW1zT7_AZ22FpbQwyb9lew&index=4

Show Ana Muller
Abertura Banda San Lunes
Data: 13 de setembro (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: Outro Calaf (SEPS 712/912 Cj D Bl 1 – Asa Sul, Brasília-DF)
Ingressos R$ 30,00 primeiro lote.
Antecipados: Sympla
*Classificação Livre 18 anos
Informações: 61 995502192

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