EnglishJapanesePortugueseSpanish
17.07.2020

FESTIVAL PLURAL – MÚSICA E DIVERSIDADE – ACONTECE EM JULHO COM ATRAÇÕES MUSICAIS LOCAIS E NACIONAIS

Kika Sena foto Sarah Bicha Palestra “Literatura estética e revolução“ FESTIVAL PLURAL – MÚSICA E DIVERSIDADE ACONTECE EM JULHO COM ATRAÇÕES MUSICAIS LOCAIS E NACIONAIS

Programação artística fomentará a discussão sobre a inclusão de pessoas LGBTQIA+, além de oficina, bate-papos, palestras e do  app de mapeamento LGBTQIA+ do DF

 Com o intuito de integrar artisticamente as questões da diversidade sexual e de expressão de gênero, o Festival PLURAL – Música e Diversidade – irá promover nos dias 25 e 26 de julho, a partir das 16h, um evento online com uma programação que fala da inclusão de pessoas LGBTQIA+, e contará com atrações musicais, oficina, palestras e os bate-papos com os temas “A música como Fator de Empoderamento LGBTQIA+” e “Enfrentamentos da Cultura LGBTQIA+ nas Políticas Atuais”, além do lançamento do aplicativo com Mapeamento e Guia Cultural LGBTQIA+ do DF.

O Festival contará com a cantora, atriz e performer Tita Maravilha  como apresentadora, diretamente de Portugal, sua nova residência onde produz o projeto musical Trypas Coração. Recentemente participou do Red Bull Presents no Lux Frágil em Lisboa, assinada por Mykki Blanco, que dá protagonismo à feminilidade em palco.

O projeto valoriza a democratização e pluralidade cultural na reunião entre diversidade e inovação ao contemplar grupos e artistas emergentes do Distrito Federal, Anna Moura, Mc Debrete, Puta Romântica, Pietra Sousa, Rainhas do Babado e Tonhão Nunes e de outros estados, Azzula, Bia Ferreira, Jup do Bairro e Liniker e os Caramelows.

A mostra representa uma necessidade em manter-se firme na inclusão, democratização, pluralidade e reflexão acerca da diversidade. Além de ser um difusor cultural das singularidades de cada artista para o meio cultural do Distrito Federal.

Dentro do festival também ocorrerá o lançamento do aplicativo com Mapeamento e Guia Cultural LGBTQIA+ do DF. A iniciativa consiste em uma ação de pesquisa, registro e identificação do panorama de manifestações artísticas e culturais representativas para a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queers, intersex, assexuados, não-binarios, pansexuais e entre outras formas de identificação de gênero e sexualidade no Distrito Federal.  O objetivo é realizar um levantamento aberto sobre a diversidade de expressões e linguagens artísticas e produtoras de significados para o segmento cultural LGBTQIA+, para que, desse modo, essas pessoas possam ser encontradas em um guia cultural se integrando a uma rede segura e feita para a diversidade e que possa contribuir no fortalecimento de políticas públicas para a comunidade LGBTQIA+. As áreas de atuação relacionadas no aplicativo são: Artes Cênicas, Artes Visuais, Comunicação, Cinema, Fotografia, Dança, Produção, Equipe técnica para projetos culturais, Jogos Eletrônicos, Apps, Sites, Literatura, Influencers, Youtubers, Moda e Música.

O Lançamento do aplicativo Plural – Mapeamento LGBTQIA+ do DF está previsto para a segunda quinzena de julho e poderá ser baixado pelos links: Site: www.festivalplural.com.br | Instagram: @festival.plural | Facebook: plural.festival | Youtube: festival.plural

Queremos garantir uma transmissão de informações com maior qualidade e comprometimento com as causas sociais podendo, então, elaborar ferramentas capazes de formar e informar a sociedade brasileira sobre seus direitos humanos. Além disso, reforçar os papéis assumidos por cada cidadão na construção de uma sociedade mais justa, humana, solidária e com pleno acesso aos direitos concedidos na Constituição Brasileira”, diz Yuri Rocha.

Com a suspensão de eventos presenciais, os artistas, produtores, técnicos e demais prestadores de serviços da cadeia produtiva da cultura vivenciam uma situação dramática, com dificuldades financeiras extremas, pela ausência de trabalho. Também a população que consome cultura vem buscando formas de entretenimento sem sair de casa como formas de minimamente confortar a saúde mental e refletir a atenção sobre temas pertinentes e atuais. Por essa razão, o projeto PLURAL – MÚSICA E DIVERSIDADE foi remodelado para a versão online. Todos cuidados técnicos serão garantidos para realizar uma boa transmissão, qualidade e das atividades a serem desenvolvidas.  Assim sendo, o projeto dará uma contribuição na geração de renda para trabalhadores da cultura, como também possibilitará a população momentos de lazer e diversão dentro de casa.

Programação detalhada

Apresentadora: Tita Maravilha

25 de julho de 2020 – sábado

16:00 – Bate Papo: “A música como ferramenta de empoderamento LGBTQIA+ : experiências e histórias na cena musical atual”

Mediação: Renato Acha (DF). Convidades: Azzula (MG), Moara (DF), Lélia Castro (DF), Aisla Amorim (DF) e Sandro Biondo (DF)

17:30 – Show: Tonhão Nunes (DF)

18:00 – Palestra: Técnicas e Cultura Drag – Lorelay Fox (SP)

19:00 – Show: Puta Romântica (DF)

19:30 – Palestra – “Uma Década de Mapeamento Nacional LGBTQIA+” – com  Sandro KA (RS)

20:30 – Show: Pietra Sousa (DF)

21:00 – Show: Jup do Bairro (SP)

22:00 – Show: Rainhas do Babado (DF)

22:30 – Show: Liniker e os Caramelows

26 de julho de 2020 – domingo

16:00 – Bate Papo – “Enfrentamentos da cultura LGBTQIA+ nas políticas atuais: relatos e partilhas sobre os desafios que estamos vivendo e apontamentos do que está por vir”

Mediação: Gabriel Galli – ONG Somos (RS/DF). Convidados: Kael Studart (DF/SP), Élle de Bernadini (SP), Brunna Rosa (SP) e Denilson Tourinho (MG).

17:30 – Show: Anna Moura (DF)

18:00 – Oficina de Vogue – com  Kona Zion (DF)

19:00 – Palestra: Cotidiano, Cuidado de Si e Saúde Mental” – com Sabine Passareli

20:00 – Show: Azzula (MG)

20:30 – Palestra: “Literatura, Estética e Revolução” – com Kika Sena (AC)

21:30 – Show: Mc Debrete (DF)

22:00 – Show: Bia Ferreira(MG)

Liniker

Liniker é uma das maiores revelações da música brasileira. Mulher trans, é ainda uma das principais vozes do movimento. Nascida no interior de São Paulo, estourou na internet com o EP “Cru”, em 2015. Mulher transgênero, sua poesia aborda situações cotidianas da vida afetiva (flerte, sexo, frustração, atração não correspondida) e é acolhida com entusiasmo pela juventude que sofre preconceito contra orientação sexual e identidade de gênero.
Entre 2016 e 2018, o trabalho ganha visibilidade fora do Brasil. Liniker faz turnês pela Europa, América Latina, África e Estados Unidos. O público estrangeiro aprecia sua música mesmo sem compreender as letras em português. A representatividade que sua imagem comunica, de uma mulher negra trans bem-sucedida, também contribui para o interesse desse público. Em 2019, lança Goela Abaixo. A primeira faixa, “Brechoque”, repete o recurso de valorizar a voz da cantora sem acompanhamento instrumental. O trabalho agrega elementos da música caribenha e africana. Essa abertura musical se reflete também nos idiomas que ela escolhe para cantar: Goela Abaixo traz versões em inglês (em “Beau”) e espanhol (“Calmô”). A figura da mulher negra trans que se afirma como um “corpo político” em diversas entrevistas assume aspecto mais global e representativo de toda a diáspora negra.

Bia Ferreira (MG)

Cantora, compositora, multi-instrumentista, ativista, Bia Ferreira prefere mesmo se definir como “artivista”. “Gosto de usar várias ferramentas. Minha pretensão de vida é conseguir viver, até o fim, de arte, independente de ser cantando, compondo, produzindo, arranjando ou sendo musicista. Eu quero viver de arte”. Depois de estourar com Cota não é esmola, canção que a colocou como uma das grandes revelações da música brasileira e da luta antirracista, Bia Ferreira lançou em setembro de 2019 seu primeiro álbum, Igreja Lesbiteriana, Um Chamado. São oito músicas e um poema, formando um conjunto de forte crítica social e alta qualidade sonora. Com guitarra, baixo e bateria gravadas num único dia, graças a horas de gravação que o baixista Vinícius Leslo tinha com o estúdio, o álbum reuniu artistas que se dispuseram a colaborar com a causa expressada nas canções compostas por Bia Ferreira, entre eles, a parceira Doralyce. “Todas as pessoas que participaram desse disco, nenhuma delas cobrou financeiramente para trabalhar nele, mas todas se comprometeram a não se calar diante do sistema opressor. Construímos coletivamente o disco”, enfatiza a cantora, que no teatro encarna Elza Soares no musical Elza, substituindo a atriz Larissa Luz nas apresentações em São Paulo.

Azzula (MG)

Azzula é o heteronômio de Sam Luca, cantor, compositor e ator mineiro, integrante da banda de Drag Queens “The Pulso In Chamas” e do “Grupo dos Dez” de teatro.

No show “”Entre o carnaval e a melancolia de sentir e existir”” Azzula apresenta um repertório composto por composições próprias e canções conhecidas da MPB, com temas sobre diversidade, respeito, negritude e pluralidade afetiva. Quando começou a se apresentar, Sam Luca, 23, encontrava abertas apenas as portas das boates. Há quatro anos, as casas noturnas eram o único lugar em que encontrava espaço para fazer shows como a cantora drag Azzula. Hoje, o cenário é um pouco diferente. Na avaliação de Luca, de dois anos para cá, mesmo que lentamente, a forma como as drags são vistas tem mudado. “A sociedade tem acolhido o artista do transformismo e lidado melhor com esse tipo de arte, tirando as drags de lugares ligados ao sexo e à prostituição. O programa do RuPaul abriu as portas mundialmente e deu visibilidade para a arte drag”, pontua, também destacando o sucesso do trabalho de Pabllo Vittar.

Jup do Bairro (SP)

Jup do Bairro é uma lutadora de artes marginais, como ela mesma diz. Vinda da periferia de São Paulo, a multi artista autodidata já atuou como educadora, palestrante, stylist, atriz, performer, produtora e cantora. Nos últimos anos, se firmou como uma das principais figuras da cena paulistana, sendo uma importante voz pelos direitos das pessoas trans. Ao lado de Linn da Quebrada, sua parceira de longa data, se apresentou em cidades como Amsterdam, Lisboa, Copenhague, além do icônico Berghain, em Berlim, e Unsound Festival, na Krakóvia. O mais recente território ocupado pela dupla foi a televisão, com o Talk Show TransMissão do Canal Brasil, por onde passaram convidados como Fernando Haddad, Rincon Sapiência, Letrux, entre outras. Como se não fosse o bastante, ela ainda compõe a dupla Bad do Bairro, ao lado da DJ BADSISTA.  A artista paulistana, do Valo Velho, região extrema do Capão Redondo, lançou recentemente seu primeiro single, “Corpo sem Juízo”, com participações mais do que especiais – fundamentais! A primeira delas, a premiada escritora Conceição Evaristo, que abre a faixa lendo um texto de autoria própria. A segunda, Theusa Passarelli, jovem estudante carioca que se dedicava a problematização de “corpos estranhos” na sociedade, era também amiga de Jup. Theusa morreu em 2018, vítima de um cruel assassinato na cidade do Rio de Janeiro. Em “Corpo Sem Juízo” ela vive por meio de um áudio póstumo, enviado à Jup pela irmã de Theusa, Gabe Passarelli.

Tonhão Nunes

Cantora, compositora, performer, artista educadora, artista de rua e gestora pública. Nascida e criada em Valparaíso de Goiás, pesquisa a voz desde 2010. É “Cantora / Performer” também no Bloco do Amor, um coletivo carnavalesco e plural em todas as formas, agregando artistas de diversas linguagens e identidades que anualmente desfilam seus carnavais na Via s2 . Integra a Banda Cantigas Boleráveis, uma banda-performativa-latino-americana-Greco-goiana  juntamente com apresentações na UnB, Funarte, Museu Nacional, Sesc’s, Câmara Legislativa, Teatro Perdiz, Victória Haus, Complexo Cultural Samambaia, entre outros. Tonhão também já fez abertura do Show de Karol Conka e se manifesta do jeito que pode e sente com muito carinho, em grupo ou solo. Recentemente, lançou o vídeo clipe da música autoral “Antiguidade Atual” nas plataformas digitais, através de uma rede de apoio independente. Em breve lançará novos trabalhos musicais em formato de EP “Íntimo”, abrindo portais para um futuro Álbum. Trabalha o afeto com reciprocidade e bastante respeito, inspirada por manas e monas que compartilham a vida com Tonhão e também lutam por essa “grande diversidade”, construindo uma cultura não violenta a corpos não hegemônicos.

Puta Romântica
É o projeto solo da cantriz compositora e produtora Paraguasileira: Maria Victória Carballar.
Formada em Artes Cênicas pela UnB, encontrou na música performativa o seu lugar na arte e no mundo. Suas composições carregam em suas letras e arranjos o delírio sul americano. A delícia e o desejo da re significação dos signos sagrados, o deleite profano do corpo e a grandeza da voz clamada.

Conhecida na cena Brasiliense por integrar a banda performativa @cantigasboleraveis, o seu novo projeto “Puta Romântica” vai a fundo na canção autobiográfica. Com letras cruéis e sensíveis, Maria Victória Carballar, encara Puta Romântica como um pseudônimo escancarado.
Com previsão de lançamento de EP no segundo semestre, a artista apresenta na versão online do Festival Plural o show “Canções para transar com quem você nem gosta tanto”.

Pietra Sousa

Ceilandense, cria de terreiro e de ruas. A cantora Pietra Sousa leva sua voz às circunferências mundanas/humanas, utilizando seu próprio corpo território para desorganizar e subverter regras, pessoas e espaços opressores. Em seu trabalho artístico e de manifesto, evidencia lutas e lutos da mulher negra, travestilizada, soro positiva e favelada, cuja marginalidade transpõe-se revolucionando sobre as notas cantadas e vividas.
Cantora, compositora, instrumentista e intérprete. Moradora do Sol Nascente, Pietra coloca na música e na voz trajetórias, sentimentos e caminhos de quem vive as delícias e mazelas de ser dissidente e insistente. De voz melancólica e potente, fala sobre as vivências e possibilidades de ser negra e travesti vivendo nas periferias do Brasil retratando diversos temas dentro da afetividade, violência, sonhos e cura.

Rainhas do Babado


Partindo do anarcofunk, de suas vozes saem ritmos de resistência que cantam música de protesto principalmente sobre suas vivências, frustrações e sonhos enquanto artistas sobreviventes aos golpes diários. Nascidas e mal criadas nas profundezas da boemia de Brasília, As Rainhas do babado conta com as personas Iris Marwell, Brunetty BG e DJ Conceitinho, não são apenas uma banda ou um grupo ou um projeto, são performers de mãos cheias e bolsos vazios, mulheres machucadas pelo sistema mas convictas que a vingança é um prato que se come frio. Cada vez mais em evidência, são artistas que aprenderam a caminhar em meio ao carnaval de Brasília, cantando para mais de 25 mil pessoas em seus primeiros shows de vida assim como também já fizeram show para pouquíssimas pessoas e a emoção passada é a mesma. Terror nenhum para elas pouca gente na plateia. O que importa é passar a mensagem e fazer com que todes se divirtam muito em meio a letras fortes mas muito dançantes.

Anna Moura

Cantora, compositora, instrumentista, atriz e poeta. Há 10 anos, constrói sua carreira de forma independente e autoral, suas criações percorrem vagões, teatros, ônibus, bares, festivais e praças públicas do Distrito Federal, numa simbiose corajosa entre ofício e paixão. Seu repertório propõe ao público suas ideias de resistência e revolução. Sua ancestralidade afroindígena e sua vivência enquanto mulher, lésbica, artista de rua e arte-educadora são reconhecidas e pautadas em suas obras que, na música, revelam influências da MPB, do Rap, do Rock, do Samba e do Reggae. Paralela a sua carreira solo, Anna Moura integra A Banda Delas, que lançou em 2019, o primeiro álbum da banda, Dois Acordes, com 6 de suas composições. No mesmo ano, a artista se lançou em sua primeira turnê nacional independente, visitando 6 cidades. Para 2020, prepara dois singles autorais, compostos e produzidos durante a turnê, serão disponibilizados como convite ao mundo a compreender a arte como tecnologia de resistência e revolução.

Mc Debrete 

A artista nasceu em Ceilândia DF. Iniciou sua carreira em 2015, participou de algumas batalhas de rap, se envolveu principalmente na Batalha das Gurias. Começou a compor letras e poemas, e participou ativamente de saraus de poesias e atividades culturais diversas, como a Mostra Palavra Preta do Festival Latinidades e Hip-Hop contra a fome em 2017.
A MC é vocalista do grupo África Tática. Em 2018 lançou o livro de poesias Cartas para NegraLua, com produção artesanal que faz parte da cole-sã escrevivências da
Padê Editorial, em 2019 participou do projeto Poesia Nas Quebradas, atuando como arte-educadora em onze escolas de Planaltina e na Unidade de Internação da cidade.

Oficina de Vogue
Vogue é um estilo de dança surgido nos anos 60, quando as comunidades negras, gays e transgênera de Nova Iorque (EUA) começaram a tomar conta dos salões no bairro e organizar competições de dança. O nome “voguing” realmente foi inspirado revista de moda Vogue, já que os dançarinos brincavam de imitar as poses das modelos das revistas e faziam movimentos corporais marcados por linhas e poses, como em uma sessão de fotos. O movimento, que desde o início surgiu como um ato de empoderamento de minorias, se tornou uma revolução. As houses de vogue são grupos que funcionam como famílias. Cada uma tem hierarquias com pai, mãe e algumas tem até avôs e avós, que cuidam dos filhos, ensinam sobre a importância de ser uma comunidade e controlam o grupo. A oficina decide então chamar casas de vogue do DF para as oficinas e batalha de vogue. Os objetivos principais da oficina são o de ensinar técnicas básicas do ballroom para iniciar sua dança pessoal do Vogue. Além de trazer a consciência das principais categorias e as suas formas de execução. E intende de que os participantes possam fazer trocas mútuas de seus conhecimentos e de suas danças.

Bate-papo “A música como ferramenta de empoderamento LGBTQIA+ : experiências e histórias na cena musical atual”
Com mediação de Renato Acha, será uma conversa sobre o universo da música e as ferramentas de poder que ela pode oferecer a pessoas LGBTQIA+. O intuito é também apontar os desafios e problemáticas no mercado musical e de eventos culturais.

Bate-papo “Enfrentamentos da cultura LGBTQIA+ nas políticas atuais: relatos e partilhas sobre os desafios que estamos vivendo e apontamentos do que está por vir”
Com mediação de Gabriel Galli, a conversa pretende trazer as mais novas conquistas e os regressos das políticas LGBTQIA+ atualmente. A conversa traz diversos convidados das artes cênicas, artes visuais, comunicação e performance no intuito de criar possíveis perspectivas para a resistência da nossa cultura.

Palestra: “Vlog Drag” – com Lorelay Fox

 


Lorelay Fox é um fenômeno. A drag queen seguida por mais de 500 mil pessoas no canal ‘Para Tudo’, do YouTube, mobiliza multidões com suas dicas de maquiagem, se destaca como referência comportamental, rompendo barreiras e até fazendo participações na  TV como jurada no programa ‘Superbonita’, do GNT.  Lorelay nasceu em Sorocaba, no interior de São Paulo. Hoje com 31 anos, Danilo Dabague que começou a se montar há mais de 13, se transformou em referência para pessoas que tiveram sua liberdade cerceada pela homofobia que ainda paira na sociedade brasileira.

Palestra:  “Uma Década do Mapeamento Nacional LGBTQIA+”
Sob o comando de Sandro Ka, artista visual e pesquisador, o projeto Mapeamento Cultural LGBT, realizado pela ONG SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade, contemplou a visita à dezessete capitais brasileiras, tendo como objetivo documentar manifestações artísticas e culturais representativas para a população LGBTI+, buscando dar visibilidade a seus processos criativos e a seus aspectos de circulação e divulgação. Foram documentadas manifestações e obras de diversas linguagens artísticas através de registro audiovisual e entrevistas, para posterior análise de dados.

Palestra “Cotidiano, Cuidado de Si e Saúde Mental”
Ministrada por Sabine Passareli, não binária, 25 anos, de Rio Bonito, Rio de Janeiro, Brasil. Graduada como Terapeuta Ocupacional na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desenvolve abordagens em Saúde Mental através de processos de performance e arte educação. A partir de métodos interdisciplinares da Terapia Ocupacional, tem a presença como sua principal ferramenta, para pensar e desenvolver autonomia e liberdade. Colaborou no último ano com Despina, Chime for Change, The FruitMarket Gallery e University of the Underground.

Palestra “Literatura, Estética e Revolução“
Ministrada por Kika Sena, alagoana enraizada no Distrito Federal, Kika Sena é arte-educadora, atriz, escritora, poeta, performer e pesquisadora da voz e da palavra em performance. É ex-aluna do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Lançou em 2017 o livro “Periférica”, pela Padê Editorial, antecedido por Marítima, 2016, publicação independente. Sua publicação mais recente, também de forma independente, é a zine “Subterrânea”, de 2019. Também em 2019 dirigiu o Espetáculo Transmitologia (DF). Atualmente integra a Coletiva Teatral Es Tetetas, com sede localizada em Rio Branco, no Acre.

O Festival PLURAL – MÚSICA E DIVERSIDADE foi idealizado por Yuri Rocha e Claudinei Pirelli e tem a produção da Bloco B Produções e do Instituto Transforma e o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

Serviço:

PLURAL – Música e Diversidade. Dias 25 e 26 de julho, a partir das 16 h. Online e gratuito nas plataformas: Site: www.festivalplural.com.br | Instagram: @festival.plural | Facebook: plural.festival | Youtube: festival.plural

Fonte: Desfrute Cultural

Foto: Kika Sena foto Sarah Bicha

Cidade
Data
Adultos
Crianças
Bebês

Fechar

Enviar email

Que tal ter acesso rápido e fácil ao seu roteiro de onde estiver?
Envie por e-mail, compartilhe com amigos, e divirta-se em BSB!!!

Fechar

Criar novo roteiro

Fechar

Editar Roteiro

Fechar

Esqueci minha senha

Fechar

Aviso

Solicitação enviada com sucesso!