22.12.2018

JOÃO, JOÃOZINHO, JOÃOZITO

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Espetáculo da companhia de teatro de Rainhas de Copas que conta a infância do escritor mineiro João Guimarães Rosa estreia em janeiro com temporadas em teatros de Planaltina, Samambaia e Asa Norte. Voltado para os públicos de todas as idades, a peça é estrelada por Marilia Cunha e Nadja Dulci com direção de Ana Flávia Garcia.  O autor do livro que inspira a montagem vem a Brasília para conversa com o público na Banca da 308 da Asa Sul.

Com dramaturgia e direção de Ana Flávia Garcia e elenco formado pelas atrizes Marilia Cunha e Nadja Dulci, a companhia de teatro Rainhas de Copas estreia no próximo dia 12 de janeiro o espetáculo “João, Joãozinho, Joãozito”, que conta a infância do escritor João Guimarães Rosa, o menino introspectivo e imaginativo que se tornou um dos mais importantes escritores brasileiros do Século 20 de renome mundial.  A peça, inspirada na obra homônima do escritor de livros infanto-juvenis Cláudio Fragata, vencedor do Prêmio Jabuti de 2014, circulará pelo Distrito Federal, com apresentações nos dias 12 e 13 de janeiro (sábado e domingo), às 16h, no Teatro Lieta de Ló (Planaltina), com entrada franca. Nos dias 19 e 20 de janeiro, (sábado e domingo) às 16h, no Espaço Imaginário (Samambaia), também com entrada franca. Encerrando a temporada, nos 26 e 27 de janeiro e 2 e 3 de fevereiro (sábado e domingo), as apresentações acontecem no Teatro Mapatí (Asa Norte), ingressos a R$ 20,00 (a meia-entrada para estudantes, menores de 12 anos e maiores de 65 anos R$ 10,00). A classificação indicativa é livre para todos os públicos.  O espetáculo “João Joãozinho Joãozito” é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

As salas de espetáculo têm acesso para pessoas com deficiência. As sessões dos dias 2 e 3 de fevereiro (sábado e domingo) contarão com tradução em LIBRAS. As pessoas interessadas em reservar ingressos podem fazê-lo pelo e-mail  teatrojoaozito@gmail.com até um dia antes de cada espetáculo. As reservas são válidas até 30 minutos antes de cada apresentação.

As atrizes Marilia Cunha e Nadja Dulci se revezam na interpretação do menino João e de Miguilim, personagem infantil de Guimarães Rosa que se encontra com seu criador criança e se torna o companheiro de aventuras solitárias.  A representação da criança se transforma e se alterna no palco, fugindo do estereótipo do menino em uma visualidade que se constrói a partir do olhar do espectador. “A criança não racionaliza como o adulto”, afirma Marilia Cunha. “Ela ressignifica as situações ao acessas sentimentos vividos, entendo que pode se colocar no lugar do menino e transportar para o universo dele, que é muito parecido a qualquer criança que tem tempo para divagar e imaginar outros mundos”, completa Nadja Dulci.

Entre bois, pastos, formigas, trens, a casa, o armazém da família e livros em Cordisburgo (MG), a dramaturga e diretora Ana Flávia traduz para o palco as aventuras, a imaginação e as sutilezas de um menino que observa o espaço ao seu redor e descobre o mundo, que ele retrataria em um futuro próximo em sua vasta produção literária, em especial no clássico universal “Grande sertão: Veredas”. Para apresentar a história do “menino flor, menino rosa… João Rosa” ao público de todas as idades, Ana Flávia buscou uma linguagem minimalista, envolvente e sensorial, que mescla falas, fisicalidade das atrizes e sons do sertão mineiro, que dialogam com o cenário, assinado pelo cenógrafo e diretor Jonathan Andrade, pela iluminação, da diretora de iluminação Ana Quintas, e o figurino criado por Vanderlei Costa.

“Quando criança, João Guimarães pôde dedicar-se às delicadezas, brincando com carrinhos de lata, esperando a boiada passar. A dramaturgia respeitou essa sutileza para construir uma narrativa que convida o público para revelar em conjunto esse criador que também é criatura”, afirma a diretora. As falas são organizadas em blocos narrativos que reúnem trechos do texto de Cláudio Fragata, citações de Guimarães Rosa e texto de Ana Flávia, permeados pela trilha sonora criada pelo músico Léo Terra. A sonoplastia que acompanha o espetáculo traz sons de sinos, vento, pasto bois, apitos entre outros e músicas criadas pelo músico em parceria com Ana Flávia e a canção original composta entre a diretora e Alessandro Lustosa, tendo o som da rabeca e da viola como elementos que trazem a memória do sertão para o palco.

Ana Flávia ressalta que ao longo do processo de criação, ficou claro que o minimalismo seria o estilo preponderante para acessar todas as camadas de significação da obra. Atrizes, trilha sonora, cenário, iluminação e figurino são elementos à serviço da dramaturgia. As diferentes técnicas dialogam muito no sentido da simplicidade. “É uma decisão política de usar o mínimo de elementos: sem sobras nem arestas para aparar. A única literalidade será a presença de dois livros usados em cena. É uma simbologia por trás das escolhas”, diz a diretora. E ressalta: “O momento que vivemos hoje, com falta de estímulo para a leitura, a crise das livrarias, leva a essa presença material única”.  A luz entra como parte importante da cenografia, fortalecendo o conceito mínimo. “Se tivermos um chão e um céu já está resolvido: um grande pasto verde e um céu nublado e um menino no meio”, completa.

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 Programação paralela

Como parte da programação do espetáculo, no dia 26 de janeiro, às 10h, o escritor Cláudio Fragata lançará o livro “João, Joãozinho, Joãozito, o menino encantado” e falará com o público na Banca da 308 Sul, a Banca da Conceição. O Encontro com o escritor tem participação aberta ao público e classificação é livre para todos os públicos.

A equipe do espetáculo

Ana Flávia Garcia é artista cênica e arte educadora, criadora de teatro para todas as idades. Em 20 anos de carreira, já assinou a criação e a direção de diversos espetáculos de teatro e circo em Brasília, a exemplo do premiado “CRIA”, pelo qual recebe o título de melhor Dramaturgia de 2018. Ana Flávia foi responsável ainda pela direção e a dramaturgia de “As Desempregadas” e “Sementes, quando o sonhadário germina”, ambos indicados em várias categorias do Prêmio Sesc do Teatro Candango. Em 2017, recebeu o prêmio de melhor atriz do ano pelo espetáculo “Tsunami”, com direção de Jonathan Andrade.

A brasiliense Ana Quintas é mestranda em processos composicionais para a cena pela Universidade de Brasília (2018-2020), é mestra em Stage Design pela Trinity College, The University of Dublin (2017) e bacharel em Artes Cênicas pela UnB (2014). Já trabalhou em mais de 20 espetáculos profissionais como iluminadora. Em 2017, “O novo espetáculo (Tudo está a venda)”, segundo espetáculo do Grupo Tripé, que Quintas é integrante fundadora, foi indicado a cinco prêmios no prêmio Sesc do teatro candango, entre eles Melhor Iluminação e Melhor Atriz para Ana Quintas, e ganhou três: Melhor Dramaturgia, Melhor Direção para Siciliano Aurélio e Melhor Espetáculo. Atualmente além do Tripé́, também é integrante ativa do Grupo Liquidificador.

 Jonathan Andrade é professor de teatro, escritor, ator, diretor, dramaturgo e cenógrafo, bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, pela Universidade de Brasília. É integrante fundador do Grupo Sutil Ato, coletivo de teatro que atua no mercado profissional do DF e nacional há 12 anos. Um grupo que pesquisa atuação, cenografia, dramaturgia autoral e poéticas narrativas. Em sua trajetória artística assinou a direção de espetáculo como: ”Autópsia Atos 3 e 4” (2018), com qual participou do Cena Contemporânea, Festival Internacional de Teatro de Brasília, e do Prêmio Sesc do Teatro Candango, onde recebeu os prêmios de melhor figurino, melhor atriz e melhor espetáculo de 2018. Também realizou “Caipora Quer Dormir Um Espetáculo Infantil para Adultos” (2017), “Tsunami” (2016), “Cinco Minutos” (2016) e “Poeira” (2014), “Autópsia Atos 1 e 2” (2011), os musicais “Os Miseráveis” (2015), “Ópera Cortiço” (2014), “Terra de Vento” (2011), “Dunas” (2006), “Céu de Barro” (2010) e “Como a Chuva” (2006).

Léo Terra é arte-educador e músico. Iniciou seus trabalhos artísticos na Cia. Mambembrincante, onde atualmente toca, compõe e arranja. Suas primeiras apresentações, em 2000, foram na Europa, em turnê por Berlim (Alemanha), Amsterdam (Holanda) e Avignon (França).  Em 2001, de volta ao Brasil, pesquisou novos ritmos da cultura popular brasileira, a começou a produzir brinquedos e instrumentos musicais como zabumbas, tambores de filtro e violas de cabaça, fabricados com materiais reciclados e naturais. Participa das Caravanas que o grupo realiza, com mais de 70 apresentações em diversos lugares do Brasil e duas cidades da Bolívia. Junto com o Mambembrincante participou das atividades culturais dos Jogos Panamericanos do Rio, em 2007, do Projeto Vox Brasilis, em 2009 e dos aniversários 48, 51 e 52 de Brasília.

Marilia Cunha nasceu em Salvador (Bahia). Frequentou a Escola de Circo Picolino e a Escola de Dança da Funceb. Por dez anos, trabalhou na Companhia de Teatro da Casa Via Magia. Em 2000, mudou-se para a Itália, onde graduou-se na Scuola de Circo-Teatro Galante Garone. Trabalhou em companhias de teatro como a Pantakin da Venezia e com diretores como Serena Sinigaglia, da companhia ATIR, de Milão. Entre os espetáculos em que atuou estão “Ombra di Luna (Arcipelago Circo Teatro) e “Cirque Cabaret”, (Galante Garone). Atuou também nas óperas líricas “La storia di Orfeo ed Euridice”, “Don Giovanni”, com a direção de Serena Sinigaglia. Atualmente mora e trabalha em Brasília, onde participa de oficinas de teatro e estuda no Curso de Pedagogia Griô.

Nadja Dulci nasceu em Minas Gerais e hoje e trabalha e mora em Brasília. Atriz e arte educadora graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto, a tua e produz em teatro, performance, cinema e rádio, além de realizar projetos de arte educação para crianças, jovens, idosos e mulheres.  Como atriz, participou das montagens teatrais “O queijo: uma comédia sórdida”, “Como matar baratas”, “Édipo em Quatro Estações”, do Grupo Residência; “A tempestade”, “Duendes Imaginários”, do Grupo Divulgação; “O Filho”, “Teatro da Vertigem”; dentre outros. Como performance, criou “Nós, Marílias, Líquida, Ser ou não Peixe”, dentre outras.  No cinema, atuou nos filmes “Presos que menstruam”, de Alisson Sbrana, pelo qual ganhou o Prêmio de Melhor Atriz para o elenco feminino na Mostra Brasília do Festival de Brasília 2018; “Crônicas de uma cidade inventada”, de Luísa Caetano, com Prêmio Júri Popular no Festival de Brasília 2014.

Vanderlei Costa iniciou sua trajetória artística em 2008. Desde então, atuou em mais de uma dezena de filmes. Participou de peças teatrais como ator solo ou em grupo. O artista mantém parceria com a banda musical Talo de Mamona. Vanderlei desenvolve trabalhos em performance e intervenção urbana, cria figurinos para os próprios trabalhos, além de colaborar com grupos teatrais e produções cinematográficas. Em 2017, lançou seu primeiro livro de poemas e fotos performáticas.

Sobre a Rainha de Copas

A companhia teatral Rainhas de Copas foi criada pelas atrizes Marilia Cunha e Nadja Dulci como forma de dar continuidade a suas pesquisas em linguagem. Desde 2016, a companhia realiza estudos em dramaturgia e atuação. O espetáculo “João, Joãozinho, Joãozito” é o primeiro projeto realizado pela dupla.

Sobre o livro “João, Joãozinho, Joãozito – o menino encantado”

Baseado em minuciosa pesquisa, Claudio Fragata reconstrói a infância do escritor mineiro, dividida entre Cordisburgo e Belo Horizonte. Conta também a infância de outro garoto, Miguilim. Só no final é que o leitor descobre que um é de carne e osso e o outro, inventado. Com ilustrações de Simone Matias, é publicado pela Galerinha Record, da Editora Record.

Cláudio Fragata é escritor de livros infantis e juvenis, jornalista e professor de escrita criativa brasileiro. Ganhador do 56º Prêmio Jabuti 2014 com o livro Alfabeto Escalafobético. Jornalista, ainda na faculdade escreveu roteiros para o fanzine Boca, que durou apenas duas edições. Começou a carreira de jornalista como estagiário do Jornal da Tarde, em 1971. Passou por importantes veículos da imprensa, como as revistas Globo Ciência, Galileu (revista) e Gula (revista), além de fazer colaborações eventuais em Raça, Crescer, Focinhos, Chiques e Famosos e outros veículos. Na Divisão Infantil e Juvenil da Editora Globo, nos anos de 1980, aproximou-se do público jovem, organizando e editando a coleção Manuais da Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa, na qual incluiu poemas de autores consagrados, como Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Vinícius de Moraes. Em 2000, trabalhando como editor da revista Recreio (revista), da Editora Abril, publicou dezenas de contos e poemas que fizeram sucesso junto às crianças, ganharam elogios da escritora Tatiana Belinky e chamaram a atenção da diretora editorial do Grupo Record, Luciana Villas-Boas, que o convidou a publicar seu primeiro livro, “As filhas da gata de Alice moram aqui”.

João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), é resultado da junção de Cordis – coração em latim – e Burgo – do alemão, cidade -, ou Cidade do Coração. Depois de passar a infância na cidade, seguiu para Belo Horizonte para frequentar a escola.  Formou-se médico, foi diplomata, contista e romancista.  Sua obra destaca-se pela linguagem, influenciada pelos falares regionais do sertão mineiro e pela complexidade das personagens que criou. Entre seus principais livros, estão “Sagarana”, “Corpo de Baile” e “Grande Sertão: Veredas”, considerada uma obra prima mundial.

Serviço:

João, Joãozinho, Joãozito

Espetáculo da companhia de teatro Rainhas de Copas

Direção e dramaturgia | Ana Flávia

Elenco | Marilia Cunha e Nadja Dulci

Cenografia | Jonathan Andrade

Iluminação | Ana Quintas

Direção musical | Ana Flávia Garcia

Trilha sonora | Léo Terra

Canção original | De Ana Flavia Garcia e Alessandro Lustosa

Figurino | Vanderlei Costa

Duração | 50 minutos

Facebook | @teatrojoaozito

Instagram | @joaojoaozinhojoaozito

Temporada Planaltina |12 e 13 de janeiro, sábado e domingo

Horário | 16h

Duração | 50 minutos

Local | Teatro Lieta de Ló

Endereço | Rua Hugo Lobo Quadra 46 Casa 790 Setor Tradicional

Planaltina – DF

Telefone |(61) 99654-7815

Entrada | Franca

Lotação | Sujeito à lotação / 32 lugares

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com deficiência

Reserva de ingressos | Até 1 dia antes do espetáculo

Pelo e-mail teatrojoaozito@gmail.com

Confirmação de reservas até 30 minutos antes do espetáculo

 

Temporada Samambaia |19 e 20 de janeiro, sábado e domingo

Horário | 16h

Duração | 50 minutos

Local | Espaço Imaginário

Endereço | QS 103 Conjunto 05 – Lote 05

Samambaia Sul – DF

Telefone |(61) 3013-1610

Entrada | Franca

Lotação | Sujeito à lotação / 40 lugares

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com deficiência

Reserva de ingressos | Até 1 dia antes do espetáculo

Pelo e-mail teatrojoaozito@gmail.com

Confirmação de reservas até 30 minutos antes do espetáculo

 

Temporada Asa Norte |26 e 27 de janeiro e 2 e 3 de fevereiro

Sábado e domingo

Horário | 16h

Duração | 50 minutos

Local | Teatro Mapati

Endereço | 707 Norte Bloco K Loja 5

Asa Norte – Brasília

Telefone |(61) 3347-3920

Entrada | R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia-entrada)

Lotação | Sujeito à lotação / 95 lugares

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com deficiência

As sessões dos dias 2 e 3 de fevereiro contarão com tradução em LIBRAS

Reserva de ingressos | Até 1 dia antes do espetáculo

Pelo e-mail teatrojoaozito@gmail.com

Confirmação de reservas até 30 minutos antes do espetáculo

Programação paralela:

Encontro | com o escritor Cláudio Fragata

Lançamento do livro | João, Joãozinho, Joãozito, o menino encantado

Local: Banca da 308 Sul

Endereço| SQS 308 – Entrada da quadra

                    Brasília – DF    

Entrada | Franca

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Ficha técnica:

Espetáculo infantil | João, Joãozinho, Joãozito

Direção | Ana Flávia Garcia

Dramaturgia | Ana Flávia Garcia

Inspirada na obra João, Joãozinho, Joãozito – o menino encantado

                          De Cláudio Fragata – Editora Galerinha Record – 2016

Elenco | Marilia Cunha e Nadja Dulci | Companhia de teatro Rainhas de Copas

Cenografia | Jonathan Andrade

Figurino | Vanderlei Costa

Iluminação | Ana Quintas

Direção Musical | Ana Flávia García

Trilha Sonora | Léo Terra

Assessoria de Imprensa | Luiz Alberto Osório

Gestão de Mídias Sociais | Gabriel Guirá

Design Gráfico | Gabriel Guirá

Fotografia | André Santangelo

Coordenação de Produção| OF Produção Cultural

Produção Executiva | Liana Farias e Lídia Oyo

Produção | Thays Elinne

Agradecimentos:

Claudio Fragata, Zé Regino, Cristiane Barreto, Raquel Rosildete, Alessandro Lustosa, Lula, Inácio e Heleno Pinheiro, André e Maya Santangelo, Júlia e Raul Baroni, Preto Rezende, Marília Abreu, Tereza Padilha, Renato Bravo, Felipe Dremertzis e Rhaul de Oliveira.

 

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