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20.11.2020

Meimei Bastos, referência cultural em Samambaia

Ela atua para transformar a realidade da periferia do DF através da arte

Por Luan Gabriel

Meimei Bastos, poeta de 29 anos, publicou seu primeiro livro o ‘Um verso e Mei’ em 2018, abordando temas como racismo, machismo, intolerância, elitismo e luta de classes no DF. A escritora, educadora e produtora cultural, é moradora de Samambaia e usa a região como musa para a obra.

Com o objetivo de mostrar cultura em locais que são mal vistos por grande parte das pessoas, ela criou o Slam Q’Brada, campeonato de poesia falada com artistas do DF e Entorno. A competição passa por diferentes RA’s, onde os poetas apresentam textos autorais e recebem nota por eles.

Meimei acredita que movimentos como esse, que incentivam a cultura, podem dar novas referências e possibilidades aos jovens da “quebrada”. Filha de uma empregada doméstica e um comerciante, a escritora se conectou com a literatura no ensino fundamental, quando se escondia na biblioteca da escola por sofrer bullying dos colegas, devido à cor da pele e à religião que seguia à época o espiritismo.

O envolvimento de Meimei desde cedo, com produções a colocou em destaque, vencendo aos 24 anos o primeiro Slam das Minas e representando o DF no Campeonato Nacional de Poesia Falada — Slam BR. Mais recentemente, ao lado do seu companheiro Daniel Sabino, Meimei inaugurou o espaço cultural Caracas Véi, em Taguatinga, feito para que as pessoas se sintam acolhidas, confortáveis para se alimentar com comida e arte.

 

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Foto: Minervino Júnior/ CB/D.A Press

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