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14.08.2020

Programa de inovação do Sebrae beneficiará 3 mil pequenas empresas em todo o DF

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Agentes Locais de Inovação contarão com uma metodologia totalmente atualizada para aumentar produtividade e a competitividade dos empresários

Uma oportunidade para estimular micro e pequenos empresários a abraçar práticas inovadoras focadas no aumento da produtividade e da competitividade. Esse é o propósito do programa ALI (Agentes Locais de Inovação), solução desenvolvida pelo Sebrae em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e que deve beneficiar 3 mil pequenas empresas locais até o fim de 2022.

O programa tem crescido a cada ano e recentemente ganhou apoio do Ministério da Economia e uma metodologia atualizada para continuar fazendo a diferença na rotina de micro e pequenos empresários brasileiros. A partir dos próximos meses, o programa utilizará métodos mais avançados e atualizados de inovação, empregando conceitos e ferramentas que são aplicados por grandes empresas inovadoras, bem como startups de rápido crescimento.

A metodologia será aplicada por 24 meses, sendo possível realizar oito ciclos com duração de três meses cada. Nesse período serão realizados encontros individuais e coletivos, bem como a realização de sprints de inovação buscando a resolução do problema definido. Os empresários terão, ainda, a oportunidade de participar de encontros setoriais e estaduais, interagir com agentes do ecossistema de inovação, participar de rodadas de negócio e receber consultorias especializadas.

Mas para que toda essa nova engrenagem funcione perfeitamente e alcance o objetivo do programa, o Sebrae no Distrito Federal capacitará 25 agentes locais. Eles é quem estarão em contato direto com os empresários participantes e conduzirão o ciclo de melhoria da produtividade, que consiste no mapeamento do problema, validação da solução, implementação dessa solução e mensuração dos resultados. “Inovação deixou de ser um nome bonito para se tornar uma realidade que os pequenos negócios precisam buscar de uma maneira mais concreta. O ALI proporciona isso. É um programa que transforma a palavra inovação em algo real e a adapta para as distintas realidades das nossas micros e pequenas empresas”, explica a coordenadora do programa no Sebrae no DF, Eliane Raye.

Toda a experiência adquirida ao longo do ALI foi fundamental para o publicitário Ygor Brito se tornar um dos idealizadores do Trust – Gastronomia Segura, restaurante situado às margens do Lago Paranoá e que surgiu com a finalidade de proporcionar uma experiência de comer fora, diminuindo ao máximo o risco de contágio pelo novo coronavírus.

Hoje, aos 32 anos, ele lembra com orgulho do tempo em que atuou auxiliando empresários brasilienses. “Foi uma experiência muito bacana. A capacitação a que fomos submetidos contou com excelentes profissionais e foi tão completa que teve mais horas que uma pós-graduação. Aprendi e assimilei conceitos que carrego até hoje; é uma bagagem prática e teórica que facilita a minha vida em diversos ambientes”, conta Ygor.

Como agente local de inovação do Sebrae no DF, o atual empresário atendeu a um total de 60 empresas ao longo de dois anos, sendo muitas do segmento de alimentação fora do lar. “Aprendi bastante com as histórias de cada empresário que visitei. Estudei vários segmentos e ter vivido essa experiência do ALI facilitou demais a minha vida no momento em que decidi abrir o restaurante. Quando e como que eu teria essa oportunidade?”, questiona. “Só a agradecer o Sebrae por me proporcionar isso”, completa o empresário.

Após deixar o programa, Ygor seguiu atuando na atmosfera empreendedora. Foi proprietário de uma agência de publicidade, Agente de Orientação Empresarial (AOE) do Sebrae e, por fim, abriu uma produtora que já realizou eventos em capitais como Goiânia, Belo Horizonte e Salvador.

Edital
O Sebrae no DF lançará nos próximos meses o edital para a seleção de novos bolsistas do programa. Os candidatos à bolsa devem ter formação superior em modalidades bacharelado ou tecnólogo, concluída a partir de 2011. A instituição e o diploma devem ser reconhecidos pelo Ministério da Educação. Além disso, o candidato deverá comprovar experiência de, no mínimo, seis meses como profissional de nível superior.

 

 

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