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24.05.2019

‘RINDO À TOA’, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIO

ANGELILAERTE Rindo a toa 1024x576 RINDO À TOA, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIOO documentário “Rindo à toa – Humor sem limites”, de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga, estreou no Festival do Rio 2018 (Mostra Première Brasil Retratos) e será lançado nos cinemas no dia 30 de maio, nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Brasília. O longa analisa a produção de humor no país a partir da reabertura política, no período de 1988 até os anos 2000.

Segundo longa sobre humor do trio de diretores, “Rindo à toa” investiga como a liberdade de expressão e os novos ares dos primeiros tempos da redemocratização impactaram o conteúdo de humor no Brasil. O documentário tem como ponto de partida os sucessores de “O Pasquim” nas bancas: “Planeta Diário”, “Casseta Popular”, e as publicações da Circo Editorial (Glauco, Laerte, Angeli); passa pela música com as bandas irreverentes que traziam a comédia em seu DNA como a “Blitz” e “Premeditando o Breque”; o surgimento da onda do besteirol no teatro e os programas de TV como o pioneiro “Armação Ilimitada”, “TV Pirata” e “Casseta & Planeta” chegando até “Sai de Baixo” e “Hermes e Renato”.

Os principais ícones do humor dos mais diferentes estilos, que entraram em cena de 1988 a 2000, refletem sobre as produções que marcaram uma época, e sobre questões como originalidade, vanguarda, limitações e contexto histórico e social.

“Rindo à toa – Humor sem limites” dá continuidade à investigação sobre humor  iniciada em “Tá rindo de quê? – Humor e ditadura”, documentário dos mesmos diretores, que aborda o período em que a produção artística tinha que driblar a censura imposta pelo regime militar.

“Rindo à toa – Humor sem limites” é uma produção Emoções Baratas, Homem de Lata e 2Moleques.  A coprodução é assinada pela Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil, uma parceria que prevê que o filme seja lançado em circuito comercial e posteriormente seja exibido na TV, nos canais coprodutores. A distribuição nos cinemas será da Bretz Filmes.

SINOPSE:

“Rindo à toa” reflete de forma bem humorada sobre o estilo da comédia praticada no Brasil a partir da reabertura política em 1988. O filme aborda a gênese e nascimento dos “humoristas” nos anos 80. Os ícones do humor revisitam sua trajetória e refletem sobre seus estilos e questões como originalidade, vanguarda, limitações e contexto histórico e social.

FICHA TÉCNICA

Produção e coprodução: Emoções Baratas, Homem de Lata, 2Moleques, Globo Filmes, Globo News e Canal Brasil

Direção: Claudio Manoel, Álvaro Campos, Alê Braga

Produtores: Álvaro Campos, Alê Braga, Claudio Manoel e Manfredo G. Barretto

Dir. Fotografia: Marcela Bourseau

Montagem: Pedro Bronz, edt.

Arte: Luva

Trilha sonora: Eugenio Dale

Edição e finalização de som: Bernardo Uzeda

ENTREVISTADOS:

Adriano Silva

Andrea Beltrão

Angeli

Beto Silva

Boni

Claudio Manoel

Claudio Paiva

Chico Caruso

Daniel Filho

Evandro Mesquita

Felipe Fagundes

Fernanda Young

Guel Arraes

Helio de la Peña

Hubert

Laerte

Luiz Fernando Guimarães

Marcelo Madureira

Marcelo Mansfield

Marcelo Tas

Marisa Orth

Miguel Falabella

Nizo Neto

Patrycia Travassos

Regina Casé

Roger Moreira

Tom Cavalcanti

Wandi

CLAUDIO MANOEL – DIRETOR E PRODUTOR

Claudio Manoel foi roteirista do TV Pirata, redator final e ator do Casseta & Planeta Urgente! durante 20 anos, dirigiu e produziu o documentário “Simonal – Ninguém sabe o duro que dei”, criou e dirigiu o quadro “O que vi da vida”, no Fantástico. Atuou e foi corroteirista nos longas “A Taça do Mundo é nossa” e “Seus problemas acabaram”, do grupo Casseta & Planeta. Está lançando, além dos dois documentários (“Tá rindo de quê? – Humor e ditadura” e “Rindo à toa – Humor sem limites”) que serão apresentados no Festival do Rio 2018, “Chacrinha – eu não vim para explicar, eu vim para confundir”, previsto para janeiro de 2019. Também estará, em breve, como ator, no longa de ficção “Virando a mesa”, de Caio Cobra.

ÁLVARO CAMPOS  – DIRETOR E PRODUTOR

Dirigiu e escreveu o curta-documentário “Leo & Carol” (2016) e o longa-metragem “Altas Expectativas” (2017), com Gigante Leo, Camila Márdila e Milhem Cortaz, selecionado para o o Festival des Films du Monde de Montreal 2017 (FFM), o Miami Film Festival (2018) e o Festival do Rio (2017) – onde ganhou menção honrosa na Mostra Geração.  Atualmente está lançando os documentários “Tá rindo de quê?” e “Rindo à toa”, codirigidos por Cláudio Manoel e Alê Braga. Ainda em cinema escreveu com Matheus Souza o road movie “Bamo Nessa”, dirigido  por Daniel Lieff e também é um dos roteiristas de “Uma pitada de Sorte” (lançamento 2019), dirigido por Pedro Antonio. Em TV, foi autor e/ou roteirista de vários programas para canais como Multishow, Record, OI TV e MTV, destacando-se o Furo MTV e Comédia MTV.

ALÊ BRAGA – DIRETOR E PRODUTOR

Alê Braga é diretor cinematográfico, roteirista e publicitário. Dirigiu os documentários “Bossa Nova Sol Nascente”, “Destino: Educação e Mama África”, tendo participado do Festival do Rio, e festivais na África (Dockanema, Sillhouette D’Or e Tanzânia) e Canadá.  Trouxe ao Brasil a série “Chegadas e Partidas” do GNT, dirigiu e escreveu outras 7 séries de TV para diversos canais. Filmou em mais de 30 países e já recebeu mais de 30 prêmios internacionais de produção publicitária, entre eles o Grand Prix Cannes Lions, Clio, Festival de Londres, El Ojo de Iberoamerica, etc. Coautor do livro “O outro lado da bola”, que está sendo lançado pela Editora Record em 2018.

COPRODUÇÃO | GLOBONEWS E GLOBO FILMES

A associação entre a GloboNews e a Globo Filmes tem entre seus principais objetivos formar plateias para o documentário e, em consequência, ampliar o consumo desses filmes nas salas de cinema. A parceria tem contribuído para um importante estímulo ao documentário no Brasil, onde o gênero ainda tem pouca visibilidade quando comparado aos demais países. A iniciativa visa o fortalecimento e a promoção dentro do mercado audiovisual brasileiro, através da coprodução e da exibição desses longas.

O projeto completa quatro anos em 2018 e a parceria estimula a criação de longas-metragens que, após a exibição nas salas de cinema, vão ao ar na emissora. Ao longo desse período, os filmes foram vistos por mais de seis milhões de pessoas no canal por assinatura e o alcance médio das produções foi de 450 mil telespectadores por exibição.

Foram lançados filmes como Brasil: DNA ÁfricaCidades Fantasmas, vencedor do Festival É Tudo Verdade 2017, Slam: Voz de Levante e Pitanga, premiados respectivamente nos Festivais do Rio e de Tiradentes em 2017, e A Corrida do Doping – até o momento, o filme mais visto na faixa da GloboNews.

Outros destaques foram o longa coletivo 5 x Chico – O Velho e Sua Gente, sobre comunidades banhadas pelo Rio São Francisco, selecionado para quatro festivais internacionais na França; Tim Lopes – Histórias de Arcanjo, sobre a trajetória do jornalista morto em 2002; Betinho – A Esperança Equilibrista, que narra a vida do sociólogo Herbert de Souza, Menino 23, que acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, ambos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2016 e 2017, respectivamente; Setenta, de Emília Silveira, sobre a militância política nos anos 1970, que recebeu dois prêmios no 8º Festival Aruanda (Paraíba), incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular; e o premiado Meu nome é Jacque, de Angela Zoé, que enfoca a diversidade sexual a partir da experiência da transexual Jacqueline Rocha Cortês, eleito o Melhor Longa Nacional pelo júri do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016.

Entre 2018 e 2019, serão mais de 65 filmes em produção, envolvendo mais de 60 produtoras de diferentes regiões do país, ajudando a fomentar o mercado.

COPRODUÇÃO – CANAL BRASIL

O Canal Brasil foi ao ar pela primeira vez no dia 18 de setembro de 1998. Aos 20 anos de idade, um assunto importante continua como norte: a necessidade de se entender um pais através da sua cultura. Com o cinema como parte expressiva desse DNA, o Canal Brasil já exibiu mais de quatro mil filmes, entre longas e curtas-metragens, ficção e documentários, além de programas que abordam o tema e suas infinidades.

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Loki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal ultrapassa a marca de 280 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos grande importância no cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas coproduzidos estão “Tungstênio” de Heitor Dhalia, “Aos Teu Olhos” de Carolina Jabor, “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Braganca, “Pendular” de Julia Murat, “Benzinho “de Gustavo Pizzi, entre outros.

ANGELILAERTE Rindo a toa 150x150 RINDO À TOA, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIO cartaz digital rindo atoa 150x150 RINDO À TOA, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIO EVANDRO3 Rindo a toa 150x150 RINDO À TOA, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIO REGINA Rindo a toa 150x150 RINDO À TOA, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIO REINALDOHUBERT Rindo a toa 150x150 RINDO À TOA, SOBRE O HUMOR PRODUZIDO NO PAÍS APÓS A REABERTURA POLÍTICA, ESTREIA DIA 30 DE MAIO

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