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16.09.2019

SEMANA DO CERRADO ARRECADA DUAS TONELADAS DE LIXO ELETRÔNICO

Atividades movimentaram estudantes e o público em geral durante ações de conscientização sobre o meio ambiente

16.9. Semana do Cerrado. Foto Sema 3. Divulgação 1024x682 SEMANA DO CERRADO ARRECADA DUAS TONELADAS DE LIXO ELETRÔNICODiferentes tipos de lixo foram descartados e separados de acordo com a destinação | Fotos: Sema/Divulgação

O público aceitou o convite da Semana do Cerrado 2019, organizada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), e lotou de lixo eletrônico a estação de metarreciclagem da ONG Programando o Futuro. Durante a coleta, realizada no sábado (14), no Parque Ecológico Águas Claras, foram arrecadadas mais de duas toneladas de material. A iniciativa contou com o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Cada item entregue pelo público dava direito a um copo estampado com desenhos inspirados no Cerrado assinados pelos artistas visuais Siron Franco, Ralfe Braga, André Xpto, Mão e Dama. Foram descartados eletrodomésticos, eletroportáteis, celulares, carregadores de bateria, extensões elétricas, transformadores, computador e controles de videogame, entre outros materiais já fora de uso.
16.9. Semana do Cerrado. Foto Sema 8. Divulgação 768x768 SEMANA DO CERRADO ARRECADA DUAS TONELADAS DE LIXO ELETRÔNICOO bancário Román Cuattrin: “Pude sentir o alcance da iniciativa aover a quantidade de itens que estão sendo trocados pelos copos”

“Pude sentir o alcance da iniciativa ao ver a quantidade de itens que estão sendo trocados pelos copos”, destacou o bancário Román Dario Cuattrin, que saiu de casa com uma televisão, um monitor de tubo, uma impressora, dois modems e um telefone sem fio, além de outros artigos eletrônicos pequenos, motivado pelo que chamou de “eletrônico do bem”.

A estudante Jéssica Castro também compareceu ao evento especialmente para a troca e saiu feliz com o resultado. “Adorei os desenhos dos artistas e saber que os itens que trouxemos vão para uma organização séria”, disse.

A campanha

A Semana do Cerrado, que começou no dia 8 (domingo), teve como objetivo conscientizar a população para a adoção permanente de práticas sustentáveis e contou com uma série de atividades simultâneas em vários pontos da cidade. Promovida no âmbito do projeto CITINova (Planejamento Integrado e Tecnologia para Cidades Sustentáveis), neste ano a semana abordou o tema Cidades sustentáveis.

Além das atividades no Parque Ecológico Águas Claras, o encerramento foi realizado simultaneamente no Jardim Botânico de Brasília e na Praia Norte (antigo Piscinão Lago Norte). No Jardim Botânico, a programação, com feiras e atividades de educação ambiental, contou com a participação do vice-governador, Paco Britto, do secretário do governo do DF, José Humberto Pires, e do secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho. Já na Prainha do Paranoá, o público participou da Semana Lago Limpo, promovida pela Agência Reguladora de Águas (Adasa), com atividades náuticas, realizadas em parceria com a ONG Ocupe o Lago, e outras esportivas (yoga, zumba e fit dance).

Vídeo e exposição

Ainda na agenda do encerramento, foi exibida, no Museu Nacional da República, a videoinstalação Ciclo do Cerrado, do artista Siron Franco. A cúpula do Museu virou uma grande tela para imagens que alertam para os riscos, como as queimadas, e chamam a atenção para as belezas, como as cachoeiras do Cerrado. No final, no gramado do CCBB Brasília, houve a Meditação da Lua Cheia, com o tema Cerrado.

No CCBB, será aberta, nesta terça-feira (17), a exposição Salve meu Cerrado, com desenhos feitos por alunos de escolas públicas atendidas pelo projeto Parque Educador. As telas gigantes, nas quais os estudantes colocaram suas impressões sobre o bioma, foram produzidas durante a Semana do Meio Ambiente.

O projeto Parque Educador, uma parceria entre a Sema, a secretaria de Educação (SEE) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), proporciona aos estudantes o contato com a natureza nas unidades de conservação, promovendo uma educação integral e contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes de seu papel na sociedade.

Atualmente, o projeto acontece nas unidades de conservação Parque Ecológico Águas Claras, Parque Ecológico Saburo Onoyama (Taguatinga), Parque Ecológico e Vivencial do Riacho Fundo, Parque Três Meninas (Samambaia), Parque Ecológico Sucupira e Estação Ecológica de Águas Emendadas (Planaltina).

Programando o Futuro

Fundada há 18 anos por Vilmar Simion e quatro amigos, a ONG Programando o Futuro busca conscientizar a população sobre o descarte correto do lixo eletrônico, apoiando a preservação do meio ambiente. O projeto capacita jovens de comunidades carentes entre 15 e 28 anos com oficinas de formação técnica para recondicionar equipamentos de informática.

“Buscamos tornar o mundo um lugar mais justo, inclusivo e sustentável a partir da apropriação tecnológica para a melhoria de vida das comunidades, promovendo a reciclagem e a destinação correta do lixo eletrônico”, explica Vilmar.

* Com informações da Sema

Fonte :  AGÊNCIA BRASÍLIA *


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