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03.07.2019

SEMANA VIVA O LAGO

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  •  Passeios de barco aos finais de semana com saída do Pontão.
  • Pontos de locação de SUP, Caiaque, Remo e Canoa havaiana.
  • Parques Vivenciais na Orla do Lago, como:
    • Parque Península Sul
    • Parque da Ermida Dom Bosco
    • Parque das Garças
    • Parque Asa Delta
    • Parque Vivencial II do Lago Norte

Pontos de Entretenimento 

  • Orla JK
  • Pontão do Lago Sul
  • Vários outros espaços
  • + de 40 opções de gastronomia na Orla do Lago

Pontos de contemplação e arquitetura

  • Ermida Dom Bosco
  • Pontes (JK, Bragueto, Garças, Costa e Silva)
  • Brasília Palace Hotel
  • Royal Tulip Alvorada
  • Deck Norte e Deck Sul
  • Centro Cultural Banco do Brasil
  • Sarah Kubitschek Lago Norte

Passeios Históricos 

  • Churrascaria Paranoá
  • Vila Amaury

Eventos Destaque

  • Campeonato do DF de Laser Standard e 4.7 – 29/06 e 30/06 / 06/07 e 07/07
  • XXXI Regata 24 horas – 13/07 e 14/07
  • XIV Travessia do Fogo (Maratona Aquática) – 20/07
  • Regata Comodoro Iate Clube – 27 e 28/07
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Brasília 26.042019/Após passar meses trabalhando em uma cozinha para alimentar os candangos que trabalhavam na construção de Brasília, Maria Apolinária arrumou um emprego de jardineira em uma chácara nos arredores da futura capital. Um dia, seu patrão, José Zanine Caldas, chamou Apolinária, e pediu que colhesse flores e arbustos do cerrado, e deixasse ao sol. Seco o material, ele mergulhou os buques em água de tinta, levou de volta ao sol e mais tarde compôs arranjos. Começava assim a tradição das flores secas do cerrado, que aquecem de cores a calçada ao lado da Catedral de Brasília até os dias de hoje. Depois que Sozanine saiu de Brasília, Apolinária foi costureira, cozinheira e jardineira, até que um dia, andando pelo cerrado, lembrou-se da arte de fazer flores. Desde então, filhos, netos e genros aprenderam e alastram os segredos do artesanato mais tipicamente brasiliense. Além da feira da Catedral, arranjos também podem ser encontrados na feira da Torre de TV.(fonte: Correio Braziliense) Foto Luís Tajes/SETUR-DF

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Brasília 26.042019/Após passar meses trabalhando em uma cozinha para alimentar os candangos que trabalhavam na construção de Brasília, Maria Apolinária arrumou um emprego de jardineira em uma chácara nos arredores da futura capital. Um dia, seu patrão, José Zanine Caldas, chamou Apolinária, e pediu que colhesse flores e arbustos do cerrado, e deixasse ao sol. Seco o material, ele mergulhou os buques em água de tinta, levou de volta ao sol e mais tarde compôs arranjos. Começava assim a tradição das flores secas do cerrado, que aquecem de cores a calçada ao lado da Catedral de Brasília até os dias de hoje. Depois que Sozanine saiu de Brasília, Apolinária foi costureira, cozinheira e jardineira, até que um dia, andando pelo cerrado, lembrou-se da arte de fazer flores. Desde então, filhos, netos e genros aprenderam e alastram os segredos do artesanato mais tipicamente brasiliense. Além da feira da Catedral, arranjos também podem ser encontrados na feira da Torre de TV.(fonte: Correio Braziliense) Foto Luís Tajes/SETUR-DF

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