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Sururu na Roda e Moacyr Luz são a próxima atração do projeto “Zé Kéti – 100 Anos da Voz do Morro”


Segundo show da série de tributos ao grande compositor, “Diz que fui por aí” reverencia os encontros e parcerias de Zé Kéti com   Paulinho da Viola, Monarco, Nelson Cavaquinho, Elton Medeiros, Nara Leão, Cartola e Roberto Menescal no famoso Zicartola, reduto dos sambistas na época. Quarta, 24 de fevereiro, às 20h Após aplaudida estreia no […]




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Segundo show da série de tributos ao grande compositor, “Diz que fui por aí” reverencia os encontros e parcerias de Zé Kéti com   Paulinho da Viola, Monarco, Nelson Cavaquinho, Elton Medeiros, Nara Leão, Cartola e Roberto Menescal no famoso Zicartola, reduto dos sambistas na época.

Quarta, 24 de fevereiro, às 20h

Após aplaudida estreia no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, que reuniu no palco João Cavalcanti e Fabiana Cozza, o projeto Zé Kéti – 100 Anos da Voz do Morro segue, na próxima quarta-feira (24/2), com o encontro do grupo Sururu na Roda e Moacyr Luz, que apresentam o show “Diz que fui por aí”, dedicado aos encontros e parcerias de Zé Keti com grandes sambistas da época.

As noites cariocas renderam a Zé Kéti muitas amizades, encontros e parcerias com grandes compositores. Nomes como Paulinho da Viola, Monarco, Nelson Cavaquinho, Elton Medeiros, Nara Leão, Cartola e Roberto Menescal se sentavam para tocar e falar de música em saraus memoráveis. E o ponto de encontro desses geniais sambistas e músicos foi o Zicartola, casa criada por Cartola e Dona Zica, que atraiu todo o tipo de gente interessada em samba e música da melhor qualidade.

Eleito Melhor Grupo de Samba pelo 25º Prêmio da Música Brasileira, em 2014, com expressiva atuação nos cenários nacional e internacional, e performances ao lado de feras da MPB, o Sururu na Roda se destaca entre os grupos que revitalizaram a Lapa carioca a partir do ano 2000. Em 2018, passa por uma grande renovação, quando seus fundadores, Fabiano Salek e Silvio Carvalho se unem à cantora Ana Costa e ao cavaquinista e arranjador Alceu Maia. Um quarteto de multi-instrumentistas cantores que interpretam e renovam o samba com o um toque do bom humor carioca.

Moacyr Luz faz parte de um grupo de artistas que não conhece fronteiras. Cantor e compositor de destaque no mundo do samba em mais de 40 anos de trajetória musical, é autor de clássicos como Saudades da Guanabara e Pra que pedir perdão. Tem parcerias com alguns dos maiores nomes da música brasileira, como Aldir Blanc, Sereno, Hermínio Bello de Carvalho, Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro. Criou o Samba do Trabalhador, movimento de resistência cultural, e é autor de sambas de enredo do carnaval carioca.

Sobre o projeto

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe o projeto “Zé Kéti – 100 Anos da Voz do Morro”, que comemora o centenário de um dos maiores compositores e sambistas brasileiros. Retomando a programação musical presencial com todas as exigências e cuidados em função do COVID-19, o público poderá conferir uma série de quatro shows inéditos com músicas inesquecíveis desse grande ícone carioca, um retrato de sua trajetória musical, suas composições consagradas, sua parceria com o cinema, o amor pelo carnaval e a noite carioca.

Grandes artistas de várias gerações emprestam suas vozes e interpretações em encontros musicais inéditos: João Cavalcanti e Fabiana Cozza, Zé Renato e Cristóvão Bastos, Moacyr Luz e Sururu na Roda, Casuarina e Nilze Carvalho.

Além dos shows, o projeto inclui bate-papos com os artistas João Cavalcanti e Fabiana Cozza e Zé Renato, às 19 horas, uma hora antes dos shows, sobre temas bem atuais, como as mudanças de comportamento nas últimas décadas, o repertório escolhido e a influência de Zé Kéti em suas carreiras.

No primeiro, João Cavalcanti e Fabiana promovem conversa sobre temática muito atual: Em tempo: Machismo não é questão de opinião. Eles falarão sobre misoginia e mudanças de comportamento nas últimas décadas, tendo como base músicas do homenageado. Na segunda semana, Zé Renato apresenta a palestra intitulada Zé Kéti, Samba Carnaval e Cinema, e aborda o centenário do artista, sua influência e sua participação em trilhas musicais do cinema nacional, em obras de diretores como Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues.

Autor de sucessos inesquecíveis, apaixonado pelo Carnaval e pela noite carioca, ligado ao Cinema Novo e à Bossa-Nova, Zé Kéti deixou uma obra que é referência, até hoje, para inúmeros artistas. Sua importante trajetória musical será lembrada neste projeto que teve estreia no CCBB Rio e, após a temporada em Brasília, segue para os centros culturais de Belo Horizonte e São Paulo.

Zé Kéti, a Voz do Morro

José Flores de Jesus nasceu no Rio de Janeiro, em 1921. A presença da música é marcante na sua infância. O pai, o marinheiro Josué Vale de Jesus, toca cavaquinho e seu avô, João Dionísio de Santana, é flautista e pianista. Em sua casa, são frequentes as rodas de choros, com ícones como Pixinguinha. Ainda menino, ganhou um apelido, Zé Quieto, encurtado depois para Zé Quéti e grafado com um K, tornado-se seu nome artístico.

No início de 1950, Zé Kéti compõe o samba que se torna um dos seus maiores sucessos, A Voz do Morro. A música é gravada pelo cantor Jorge Goulart, em 1955, com arranjo de Radamés Gnattali. No mesmo ano, é tema do filme Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, e posteriormente, do programa Noite de Gala (TV Rio, Canal 13). Foi gravada, depois, por grandes intérpretes, como César Guerra-Peixe, Demônios da Garoa, Elis Regina e Jair Rodrigues, Luiz Melodia e pelo próprio autor. Em 1963, o compositor e cantor já é uma referência para os músicos que vêm da Bossa Nova. A peça Opinião, de Oduvaldo Vianna Filho, ganhou esse título a partir do samba homônimo de Zé Kéti, e contou com a participação de nomes como João do Vale, Ruy Guerra, Nara Leão, Carlos Lyra, Edu Lobo, Gianfrancesco Guarnieri e Maria Bethânia. Nesse espetáculo, ele lança também Diz que Fui por Aí (com Hortêncio Rocha) e Acender as Velas. Com o sucesso da peça, Zé Kéti viria a formar, depois, o grupo A Voz do Morro, ao lado de ícones como Élton Medeiros, Jair do Cavaquinho, Nelson Sargento e Paulinho da Viola, entre outros. No Carnaval de 1967, com Hildebrando Pereira Matos, compõe a marcha-rancho Máscara Negra, um dos maiores êxitos de sua carreira, gravada por Dalva de Oliveira, Jair Rodrigues, The Fevers, Eduardo Dusek, Elza Soares e  Maria Rita. Zé Kéti morreu em 14 de novembro de 1999, aos 78 anos.

Serviço

Zé Kéti – 100 Anos da Voz do Morro

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES, Trecho 02, lote 22.

Temporada: Quartas-feiras, de 10 de fevereiro a 10 de março

24/02 – 20h – Show Diz que fui por aí – Sururu na Roda e Moacyr Luz

03/03 – 20h – Show Um Sambista de Opinião – Casuarina e Nilze Carvalho

10/03 – 19h – Palestra Zé Renato – Zé Kéti, Samba Carnaval e Cinema

20h – Show Zé Kéti e o Cinema – Zé Renato e Cristóvão Bastos

Capacidade: 134 lugares – sendo 3 para obesos, 3 para pessoas com mobilidade reduzida e 10 para cadeirantes.

Ingressos: À venda no site eventim.com.br – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia para clientes BB (pagamento com Ourocard), estudantes e professores, crianças com até 12 anos, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência e suas acompanhantes e casos previstos em Lei).

Classificação indicativa: Livre

Concepção e coordenação do projeto: Stella Lima

Produção Executiva: Leonardo Conde

Fonte: Tato Comunicação

Por: visitebrasilia
Data: 19/02/2021

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