02.10.2018

ÚLTIMA SEMANA PARA VISITAR A EXPOSIÇÃO “ATHOS – SETE OLHARES”

cubos de azulejos da exposição 100 Anos de Athos Bulcão foto Luis Jungmann Girafa 01 ÚLTIMA SEMANA PARA VISITAR A EXPOSIÇÃO “ATHOS – SETE OLHARES”

Mostra fica em cartaz até o dia 6 de outubro na AB Galeria, na Fundação Athos Bulcão

A exposição Athos – Sete Olhares apresenta 15 fotografias de obras do artista clicadas por renomados fotógrafos da cidade: Edgard César, Luis Jungmann Girafa, Rui Faquini, Zuleika de Souza, Patrick Grosner, Joana França e Maurício Araújo.

São retratados espaços bastante conhecidos dos brasilienses, como o Salão Verde do Congresso Nacional, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, o Teatro Nacional e o Brasília Palace Hotel, seja registrando um flagrante do dia a dia ou um recorte incomum. O visitante poderá conhecer também obras menos divulgadas, como o painel em azulejos da residência Ivani Valença, um dos poucos padrões em verde e laranja e com formas orgânicas, e o painel de cobogós da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, localizado em Campina Grande. A obra é a única do artista, que se tem registro, que utiliza esse tipo de suporte.

Além de apreciar as belas imagens, o visitante pode levar uma das fotografias para casa. Todas as fotos estão à venda e uma parte do valor é revertida para manutenção da Fundação. A exposição integra as comemorações do centenário do artista celebrado neste ano.

SERVIÇO

Exposição Athos – Sete Olhares

Visitação: até 6/10/2018 (sábado)

Entrada franca | Livre para todas as idades | Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h, e sábados das 10h às 17h

Fundação Athos Bulcão

CLS 404 Bloco D Loja 1, Asa Sul, Brasília – DF

Funcionamento de seg. a sex., das 9h às 19h; sáb. das 10h às 17h.

Valores das obras: de R$ 150,00 a R$ 1500,00

Assessoria de comunicação

 Vitor Borysow e Silvia Guerreiro

(61) 3322-7801 ou 98626-0841

 

 

Currículo dos fotógrafos convidados

Edgard Cesar nasceu em Salvador e vive em Brasília. Se dedica à fotografia de interiores e arquitetura. Em parceria com arquitetos tem realizado matérias para revistas nacionais e internacionais como Casa Vogue, Kaza, Arch Daily, Contempoist, Archive, Livro Oca, Brick 16. Tem participado também de exposições – Brasília Plena, Foto Fórum, Imagens de Brasília, Casa Arte Foto, Coletiva Fotográfica, Olhar Concreto. Como fotografo, é autor de várias publicações de trabalhos de arquitetos e artistas, como Leo Romano, Anual Design e Nazareno. Fotografou para a nova edição do livro Athos Bulcão, da Fundação Athos Bulcão, vencedor do Prêmio Jabuti. Foi finalista do prêmio Conrado Wessel.

Luis Augusto Jungmann de Andrade, o Girafa, nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Formou-se em Arquitetura pela Universidade de Brasília – UnB. Em 1978 foi convidado pelo governo espanhol a passar uma temporada estudando em Madri como bolsista do CIFCA (Centro Internacional de Formación en Ciencias Ambientales), honra que repetiu-se em 1981 concedido pelo governo da França para estudar no Institut d’Urbanisme de Paris na Université Paril Val de Marne. Em 1997 fez seu primeiro curso de roteirização com o diretor e roteirista Carlos Reichenbach. Já participou de mais de 20 projetos entre vídeo-clipes, curtas e longas-metragens e peças de teatro atuando como diretor e cenógrafo. Dentre os títulos mais renomados incluem-se os cenários para Louco por Cinema de André Luiz Oliveira em 1994, e na Direção de Arte dos videoclipes A mais pedida e Mulher de fases, ambos do grupo Raimundos, que tiveram a direção geral de José Eduardo Belmonte. Dirigiu e roteirizou Saúde e Sexualidade em 1998 e Diário Vigiado, em 2004.

Rui Faquini nasceu em Morrinhos, Goiás. Chega a Brasília em 1958. Depois de alguns anos no serviço público, passa a se dedicar integralmente à fotografia a partir de 1970. Sua trajetória compõe-se tanto de trabalhos publicitários e documentais encomendados quanto projetos especiais na área cultural e meio ambiente. Atuou como freelancer até 1987 quando cria a Faquini Produção Fotográfica.

Zuleika de Souza nasceu em Brasília e fotografa profissionalmente desde 1982. Já trabalhou para diversos veículos de comunicação, entre eles, Jornal do Brasil, Istoé, Veja e Vogue. Participou de projetos importantes como os livros Alfabetização Solidária, 500 anos do Brasil e a publicação que documentou o processo de elaboração da Constituição Brasileira, em 1988. Realizou as exposições individuais Deusas e Um olhar sobre a moda brasileira. Como produtora e fotógrafa, também participou do projeto do CCBB Foto Fórum 45 anos de Brasília, da exposição 45 Anos de Moda em Brasília e Chão de Flores.

Patrick Grosner nasceu em Brasília. Começou a fotografar em 1989, no Canadá. Nos anos 90 cursou Artes Plásticas na UnB, Universidade de Brasília, e fotografou grande parte da música produzida na cidade. Participou de várias exposições, individuais e coletivas. Em 1998 mudou-se para Portugal e trabalhou como fotojornalista colaborando com revistas e jornais. De volta à Brasília, em 2006, trabalha como freelancer em reportagens institucionais e sociais, bancos de imagens, fotografia publicitária e jornalismo. Em 2014 lançou o documentário Geração Baré-Cola – Usuários de Rock, que retrata o movimento musical na capital dos anos 90.

Joana França é fotógrafa de arquitetura e de cidades. Formou-se arquiteta pela Universidade de Brasília e estudou fotografia no ICP (International Center of Photography), em Nova Iorque. Tem como clientes arquitetos e editoras que reproduzem seu trabalho em mostras, livros, revistas e sites de arquitetura. Com seu trabalho autoral participou de exposições coletivas e individuais, com destaque para a mostra Brasília: 50 years Exhibit na Cornell University, em 2010, e L’architecture de Brasília et Oscar Niemeyer, na Maison du Brésil, em Paris, em 2017. Entre outros trabalhos, fotografou para o Guia das obras de Oscar Niemeyer – Brasília 50 anos, editado pela Câmara dos Deputados e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil. E em 2011 teve suas fotografias publicadas no Roteiro de Arquitetura / Caderno de Notas Brasília, guia de arquitetura editado para o 9º Seminário Internacional DOCOMOMO. Internacionalmente tem seu trabalho publicado no Architectural Guide Brazil, da editora alemã Dom Publishers, de 2013. Desde 2012 trabalha registrando as exposições de artistas plásticos pelo Brasil, com destaque para a publicação do catálogo Peasant Da Vincis das mostras brasileiras do artista chinês Cai Guo-Qiang, nos CCBB’s de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, de 2013.

Maurício Araújo é fotógrafo profissional, graduado em Letras & Artes e mestre em Literatura Interculturalidade. Como fotógrafo, iniciou a carreira em 2008 e se profissionalizou em 2014. Desde então, vem se engajando em projetos e ensaios que tratam de arquitetura, urbanismo e patrimônio. Em 2015, participou de mostras coletivas em Campina Grande e montou, para a Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas – UNIFACISA, a exposição Espaços Urbanos de Campina Grande. Entre maio e junho do ano passado, apresentou o projeto E(m)cantos do Brejo Paraibano, na Casa do Baile, em Belo Horizonte. A exposição aborda os engenhos de cana-de-açúcar de sete cidades paraibanas. Maurício publicou fotografias em edições virtuais da National Geographic Brasil e Vitruvius. Em meios impressos, colaborou com os jornais Correio da Paraíba, O Tempo e com a revista Vista Skate. Foi contemplado, em 2017, com Medalha de Bronze do Festival Brasília PhotoShow.

Foto: Luis Jungmann Girafa

 

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